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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O QUE É O TEMPO PARA O MAÇOM?



De forma simplista compreenderam o tempo como a duração e o suceder dos acontecimentos, a partir, genericamente, de uma unidade básica de tempo a que chamamos de segundo.

A partir dela, chegamos às horas, dias, semanas, meses, anos etc. Por outro lado, há também a mensuração do tempo a partir da duração ou alteração de uma sensação, um estado, de uma posição, de uma disposição de espírito, de uma expectativa, de um cumprimento sofrido, assim por diante.

No plano maçônico, o tempo é o vivenciar, algo essencialmente benéfico. O que é positivo é eterno e permanece. Já, o que é negativo, é fugaz e transitório. Assim, o tempo não é um prazo a ser cumprido.

O intervalo entre os acontecimentos não é moroso. “Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Livro da Lei Eclesiastes 3:1) Todo este preâmbulo se faz necessário para nos alertar sobre desvios, que tem se tornado comum e que tem gerado sérias consequências para a Sublime Ordem.

Quanto à apresentação de um novo membro as Lojas, os obreiros se desdobram para tentar, no prazo máximo de 30 dias, a adquirir um novo obreiro. Naturalmente, eles são submetidos a todas as formalidades exigidas pela Potência. Mas é comum se esquecer de que as formalidades exigem um mínimo necessário de documentos e verificações, além de outras exigências mais apuradas que a Loja pode e deve solicitar.

O tempo também amadurece. Por isso, é preciso estabelecer prioridades. Quanto a este tempo, reflitamos, por exemplo, sobre a diferença entre o tempo de um estudante universitário e o de um profissional já formado, ou alguém preste a se casar e um pai de família.

Todas as Potências Maçônicas tem em seus regulamentos os procedimentos mínimos para o aumento de trabalho, seja por apresentações de trabalho ou pelo tempo de iniciado.

Quando da Iniciação, já pensamos na Elevação. Alertamos que as Lojas podem e devem estabelecer critérios refinados para a mudança de grau. Quando constatamos que a maioria das Lojas se reúne uma vez por semana e não coincidindo feriados, períodos de recesso, sessões em outros graus etc., em seis meses, o Aprendiz terá participado de apenas 26 sessões, que multiplicadas por 2 horas de reunião, contabilizamos 52 horas.

Da mesma maneira, ocorre após sua Elevação rumo a Exaltação. Não há demérito algum em estar no topo das Colunas do Norte ou do Sul. Não é o grau que nos qualifica como maçons, mas, sim, a condição de irmãos.

Nossa verdadeira graduação se dá pelo tempo que dedicamos a quebrar pedras juntos; e não ao tempo que estamos nas pedreiras. Não tenhamos pressa, não facilitemos. Se desistir, é porque de profano ainda lhe resta muitas nódoas.

“Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha? Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.” (Livro da Lei. Eclesiastes 3:9-10) Este artigo foi inspirado no livro “Os Princípios das Leis Maçônicas” volume II de autoria do Irmão Albert G. Mackey que, na página 49 instrui: “Nenhum Irmão pode ser eleito um oficial de uma loja até que tenha sido Mestre Maçom por três anos".

Um Segundo Grupo de Trabalhadores deve trabalhar pelo menos um ano nesse grau, antes que ele possa ser promovido para o terceiro grau. “Um Aprendiz Ingressado deve permanecer pelo menos dois anos nesse grau.”

Neste décimo primeiro ano de compartilhamento de instruções maçônicas mantemos a intenção primaz de fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura, enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudos das Lojas.

Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônico.


Fraternalmente Sérgio Quirino Grande 2º Vigilante – GLMMG 

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