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terça-feira, 17 de abril de 2018

A MAÇONARIA TEM OS IRMÃOS INVISÍVEIS, TEM TAMBÉM, INIMIGOS INVISÍVEIS?


O Templo Maçônico é preparado antes de cada sessão, para que em seu interior vibre a paz, a harmonia e os mais nobres sentimentos fraternos.
Encontram-se ali? 

Irmãos invisíveis, velando para que, energias negativas não perturbem os irmãos maçons que se farão presentes? 

Justifico a pergunta acima, salientando que a Maçonaria Especulativa nos permite que possamos pensar tirar conclusões pessoais, num âmbito vastíssimo do conhecimento humano, pois engloba em seus ensinos simbólicos, esotéricos, agrupados, unidos, concordantes e sintetizados, ritualísticos, para que alcancemos a soma positiva do produto elaborado pelo pensamento conjunto dos homens de notório saber que, nos legaram esta obra sem igual.

 Homens que acreditavam em Deus, o Grande Arquiteto do Universo, e desta forma nos legaram esta obra fantástica, que, inclusive, entre tantos sábios postulados, nos chama à atenção, nos avisa, através da simbologia do galo, presente na câmara de reflexão.

Tem quem acredita que os irmãos maçons invisíveis são os irmãos presentes com o pensamento, mesmo que estejam distantes inclusive, reunidos em outros continentes do Planeta Terra.

Outros que creem nas presenças espirituais dos irmãos que partiram antes nós para o Oriente Eterno.

Aprendi a ouvir a respeitar as mais diversas opiniões em torno dos mais variados assuntos, que envolvem a Maçonaria.

A sensibilidade, a maneira de crer nos fenômenos mentais e, ou, espirituais, faz, sem duvidas com que existam diferentes opiniões sobre este aspecto.

A verdade, é que existem energias circulantes num Templo Maçônico.

Inclusive, a Consagração do Templo Maçônico, para mim, não é apenas um mero ato tradicional, que simbolize ritualisticamente a estruturação de um novo local, destinado a acolher, a abrigar em seu seio, um número cada vez maior de irmãos maçons.

Peço-vos licença, para narrar um fato verídico, que justifica o título da presente postagem, pois para mim, escrever, falar sobre Maçonaria é sempre um assunto sério, sem brincadeiras, sem invenções fantasiosas, que possam desmerecer, ou deturpar os postulados maçônicos. 

O fato ocorreu quando eu ainda fazia parte da Potencia na qual iniciei minha carreira maçônica, e, as suas dependências, a sala dos passos perdidos, o átrio e o Templo, eram de pequenas dimensões; foi quando após alguns anos, surgiu um local mais apropriado, e, junto com meus irmãos maçons, resolvemos mudar as instalações de nossa Loja. 

No novo local, de amplas dimensões, o novo Templo ficou bem estruturado em todos os quesitos, ficou muito bonito, inclusive, o incluí na foto que ilustra o presente texto, mesmo que na oportunidade, não tivesse sido ainda inseridas, todas as suas ornamentações simbólicas; o Templo havia sido ornamentado para a Sessão Magna de Natal e de encerramento das atividades do ano 2012.

Pois bem, havíamos iniciado ali os nossos trabalhos.

Ocorre que, durante algumas sessões, acima do Trono de Salomão, nos momentos de silencio e introspecção, ouvíamos sons estranhos, como vozes de sons confusos, como se houvesse um grupo de pessoas falando, discutindo, nos distraindo, nos tirando dos são propósitos, de fraternidade, de união e paz.

Comuniquei o fato ao Grão Mestre, e ele imediatamente, me falou, - vocês estão se reunindo sem a Consagração do Templo, vou aí, providenciar e executar este importantíssimo Ato!

De fato, após o Ato de Consagração, nunca mais se ouviu barulhos estranhos.

Na verdade, quando do processo de sindicância à iniciação nos é perguntado se cremos em Deus e se cremos numa vida futura, - eu creio.

Desta forma, considerando a história da Maçonaria Universal, sempre marcada no passado, inclusive, até nos dias de hoje, por perseguições e até mesmo mortes cruéis e desumanas, como a ocorrida com Jacques Demolay; acredito realmente que, existam espiritualmente, inimigos invisíveis, os quais tentam interferir, atingindo as mentes mais fracas, que ainda possam se deixar levar por ideias de vinganças, por vaidades profanas e exibicionistas, que se manifestam por críticas inoportunas, interrupções inadequadas ao momento, por sentimentos maculados pelo poder profano.

Finalizando, concluo na câmara de reflexão, além de outros símbolos esotéricos, encontramos o galo!

Ele nos incita à vigilância!

Vigiemos os nossos corações e mentes!

Preparemo-nos para que adentremos ao Templo, com respeito ao passado glorioso da Maçonaria Universal, tendo sempre, humildade, simplicidade, com o desejo sincero do aprendizado, não esqueçamos! 

Estamos adentrando no Templo do Senhor Absoluto de todos os mundos e de todas as coisas, Deus!

O Grande Arquiteto do Universo!

Ir.'. Orlei Figueiredo Caldas M.'. I.'. 33º

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