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terça-feira, 30 de julho de 2013

A SOLIDARIEDADE NO MUNDO DOS MAÇONS


“O benevolente propósito da Instituição Maçônica é de alargar a esfera da felicidade social e de promover a felicidade da raça humana” (George Washington)

Iniciação Maçônica -
O primeiro contato do Candidato com a Maçonaria se estabelece através da Cerimônia esotérica da Iniciação. Por si só, este fato demonstra a fundamental diferença existente entre a Ordem Maçônica e as demais sociedades, quer religiosas, quer sociais, do mundo profano no recrutamento de seus associados.

E na verdade, a Iniciação Maçônica não é uma simples recepção de novo membro e sua apresentação aos demais. É, ao contrário, a execução de um cerimonial impressionante composto de vários Ritos iniciáticos, através do qual se objetiva despertar no Candidato a percepção de um mundo novo.

Transposto os umbrais de um Templo Maçônico, abre-se para o Neófito um caminho desconhecido que o levará, sem dúvida alguma, a viver uma existência diferente. É como se nascesse de novo.
 

Diferenças fundamentais

- A Maçonaria não é uma sociedade política, como alguns pensam, nem uma associação de beneficência, como outros supõem. E, efetivamente, a beneficência e a filantropia de nenhuma forma constituem a finalidade específica da Maçonaria, sendo apenas as consequências naturais das doutrinas que ensina. O objetivo de uma Loja Maçônica consiste principalmente no aprimoramento moral e intelectual de seus Obreiros.

Empolgados pelas teorias científicas, políticas e sociais que sacodem o mundo profano, desconhecendo ou fazendo caso omisso de ser a Maçonaria, antes de tudo, uma sociedade iniciática. Há os que pretendem transformá-la em força atuante no cenário político e social do país, seja através de manifestações políticas, seja por meio de grandes empreendimentos sociais ou filantrópicos. Isso quando não pensam em convertê-la em associação similar aos Rotary, Lions, etc., sociedades fundadas por Maçons para a prática da caridade com o auxílio de Profanos, e às quais a Maçonaria serviu de modelo.

Os usos e costumes trazidos até nós pela tradição formam, no entanto, a inconfundível fisionomia da Maçonaria, e no dia em que for abolida, ela deixará de ser uma ordem iniciática, para cair no nível de tantas e tantas sociedades filantrópicas que proliferam no mundo profano.

Porém, a mais notável diferença entre tais sociedades, indiscutivelmente beneméritas, e a Maçonaria, é que aquelas não se preocupam tanto com o comportamento moral de seus membros como esta, cujo programa fundamental é de elevar Templos à virtude e de cavar masmorras ao vício. E de fato, tal é a principal tarefa de um Maçom, tarefa recomendada pelos Rituais.

Política –

No que se refere à política, embora outrora, no Brasil, as sociedades secretas políticas interessadas na independência do País, se convertessem posteriormente em Lojas Maçônicas, trata-se de uma atividade que não pode ser exercida pela Ordem, como associação maçônica; no entanto, todo Maçom, individualmente, pode atuar na política por ser um direito impostergável de todo cidadão. O Maçom pode ser político e deve exercer os seus deveres políticos, a Ordem não. A associação é obrigada a manter a mais rigorosa equidistância entre os vários partidos, a fim de manter a harmonia em seus quadros, que se compõem de seguidores de todos os partidos políticos reconhecidos. Por esta razão, é rigorosamente proibido falar de política em uma Loja Maçônica.
 

Objetivos –

Que pretende, pois, a Maçonaria ao Iniciar Candidatos? Exatamente o que todas as sociedades secretas iniciáticas da Antiguidade pretenderam: transformar Profanos em Iniciados. Tanto os mistérios antigos, como os mistérios cristãos, eram escolas cujos discípulos se empenhavam com todas as suas forças ao seu próprio desenvolvimento, mas não em benefício de seus próprios interesses; buscavam tornarem-se melhores visando tão-somente o benefício de seus semelhantes. Viam no seu próprio desenvolvimento moral e intelectual a primeira condição para que pudessem trabalhar para os outros.
 

Solidariedade maçônica -

Embora a Maçonaria não seja de nenhum modo uma sociedade de beneficência nem de socorros mútuos, como muitos erradamente pensam o espírito de solidariedade, não obstante, não está alheio ao Maçom; deve, ao contrário, fazer parte de sua própria natureza e condição de Maçom...

A Maçonaria põe em relevo, com um poder de lógica não alcançado por nenhuma outra doutrina, a fraternidade e a solidariedade. A verdadeira superioridade consiste nas qualidades adquiridas e se traduz principalmente por um sentimento profundo dos nossos deveres para com os humildes e os deserdados deste mundo. Há obrigações devidas por todo Maçom aos seus irmãos, que assim podemos resumir: assistir um irmão em sua aflição ajudá-lo em suas virtuosas empresas, fazer votos para o seu bem-estar, conservar os seus segredos, e defender a sua reputação tanto na sua ausência como na sua presença. Em linguagem mais extensa:

1º - Quando as necessidades de um irmão solicitarem o meu auxílio estarei sempre pronto para prestar-lhe tal assistência, para salvá-lo da ruína, enquanto não for prejudicial a mim ou às minhas relações, se achá-lo merecedor disso.

2º - A indolência não será causa de minha hesitação, nem de minha indignação e não me farão desviar; mas esquecendo qualquer consideração egoísta, serei sempre pronto para servir, socorrer e ser benevolente para um companheiro em aflição, e mais particularmente a um Maçom.

3º - Quando fizer votos ao Deus Todo-Poderoso para o bem-estar de um Irmão, lembrá-lo-ei como se fosse eu próprio; como as vozes das crianças e dos inocentes sobem para o Trono da Graça, assim com toda certeza as súplicas de um coração fervoroso elevam-se até as mansões da benção, tanto quanto as nossas preces são certamente necessárias aos outros.

4º - Guardarei como se fosse meu o segredo de um irmão a mim confiado como tal; como se traindo esta confiança poderia fazer-lhe o maior dano que seria capaz de sofrer nesta vida mortal; não somente isto, mas seria semelhante à vilania de um assassino, que se embosca na escuridão a fim de apunhalar o seu adversário, quando desarmado e não estando preparado para enfrentar um inimigo.

5º - Suportarei o temperamento de um irmão em sua ausência como o faria em sua presença; se estiver em meu poder, não insultaria injustamente, nem permitiria que outros o fizessem.

O Irmão Plantagenet tem muita razão quando diz que a solidariedade não constitui para o Maçom um ideal ou uma finalidade. O Maçom deve encará-la apenas como uma disciplina, como algo natural. É por este motivo que, em todas as reuniões maçônicas, percorre a Oficina o Tronco de Solidariedade ou de Beneficência. Através dele, lembra-se o Maçom o espírito de solidariedade, o qual, para ele, deve transformar-se em hábito.

Assim, quando numa circular, datada de 16 de outubro de 1861, o Ministro do Interior de Napoleão III, Persigny, pretendeu considerar a Maçonaria como uma associação de beneficência, assimilando-a as sociedades de São Vicente de Paulo, os Maçons franceses protestaram, dirigindo ao Ministro as seguintes palavras: “Os nossos antepassados há muitos séculos, reuniram-se sob ritos antigos, não para exercer a caridade, mas para procurar a verdadeira luz... A caridade é uma consequência das nossas doutrinas, e não a finalidade das nossas reuniões”.

Para muitos Maçons que não distinguem a diferença entre as duas palavras, basta dizer que a caridade é um favor que se presta, ao passo que a solidariedade é uma obrigação. A finalidade das Lojas, de um lado, é facilitar a procura da Verdade e, do outro, é ensinar o duro e penoso trabalho do desbaste da Pedra Bruta.

Contudo, o que há de menos difícil é contribuir materialmente para o alívio dos infortúnios que podem ser socorridos. A Maçonaria, desde os tempos mais remotos, impôs aos seus adeptos a obrigação de assegurar a existência das viúvas e dos órfãos da Confraria. O ancião impotente tampouco era abandonado; recebia cuidados convenientes e sabia que funerais decentes lhes seriam reservados. Os Maçons modernos não se quiseram subtrair a estes tradicionais e sagrados encargos; assim toda Loja tem o seu tronco de beneficência, sem prejuízo de contribuições à caixa de socorros e outras obras de caridade: orfanatos, asilos, etc.

Valdemar Sansão – M.'. M.'.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

O APRENDIZ


LIBERTANDO-SE DO EGO, DESENVOLVENDO A RAZÃO E ADQUIRINDO CONSCIÊNCIA PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA SOCIEDADE.

A Pedra Bruta possui uma carga muito grande de simbolismo, e talvez seja uma das lembranças mais vivas para o Maçom, não somente para o recém-iniciado, mas, para todo o restante da nossa trajetória maçônica, como se a lembrar-nos sempre do quanto é longo o caminho em busca da perfeição, ou o quanto é difícil desvencilhar-se de todas as nossas impurezas e defeitos.

O Aprendiz, a partir do momento aquele que sucedeu ao da sua Iniciação e de ter recebido a sua primeira lição, é considerado apto a dar início ao trabalho esse que inaugura a sua caminhada rumo à libertação do ego, com o desbaste contínuo da sua pedra bruta, até então uma massa informe, e o lugar onde residem as suas imperfeições, paixões e defeitos.

Trabalho somente para o Aprendiz?

 Certamente pela sua condição de Aprendiz, o trabalho a que irá se dedicar deverá ser cumprido com uma maior intensidade, movido pela máxima vontade e afinco, pois, o Aprendiz é ainda um ser muito rústico, mais material e, portanto, imperfeito do ponto de vista espiritual.

Mas, se o Aprendiz é assim imperfeito espiritualmente, aqueles que ultrapassaram essa e outras etapas podem ser considerados perfeitos?

Claro que não, daí dizermos que o desbastar da pedra bruta irá diminuindo com certeza de intensidade ao longo do caminho, mas, sempre haverá alguma aresta por apararmos, pois, somos Maçons, e somos humanos.

Talvez a pretendida evolução, ou o estágio mais avançado na busca da perfeição possa definitivamente ser alcançado se formos donos de uma vontade férrea em nossos objetivos, pois, sem a vontade constante não conquistar consciência para mudarmos.

Num mundo materialista e de individualismos exagerados, quem não sofre os reflexos desses comportamentos hoje tão disseminados e até dissimulados em meio as nossas múltiplas tarefas da vida profana?

E como ficar imune a tudo isso?

Porque é livre e de bons costumes, liberdade de pensamento, pedreiro-livre, liberdade, igualdade e fraternidade, são expressões e conceitos afetos ao mundo maçônico, mas, como eles irão sendo assimilados, como eles irão sendo entendidos pelo Aprendiz, e depois de digeridos totalmente, como serão devolvidos pelo Maçom, já um Mestre, e assim, consciente de que a sua maior missão é mesmo colaborar para a evolução da humanidade como um todo.

 Como regular o seu livre-arbítrio, como ser livre para mudar o que tem de ser mudado, em meio a uma sociedade, a mesma de onde ele é oriundo, e aquela que faz vigorar um conceito de liberdade “mais atual”, esticado a ponto de abrigar em seu âmago, a ideia errônea e individualista de que ser realmente livre, combina com a possibilidade de agir sem necessariamente levar em conta os outros?

A nossa época é marcada pelo individualismo, e exatamente aí residem muitos dos males atuais. Além do mais, o orgulho e o egoísmo, nada constroem. Como extirpá-los, como removê-los, tão entranhados estão em nossa sociedade, ou, por onde começar para minimizar seus efeitos nocivos, sabendo que as primeiras vítimas são as nossas próprias crianças?

Quando o homem abre mão do seu egoísmo, ele está usando a sua liberdade de forma universal, assim como, oferecendo o melhor de si ao coletivo.

Como implantar essa ideia já defendida por um filósofo iluminista que foi Rousseau?

Ou de maneira mais aprimorada depois, por Kant?

A Maçonaria que propicia ao Aprendiz lições éticas de elevação para o ser humano, dá-lhe os instrumentos desde o primeiro momento, para que trabalhando a sua pedra bruta venha a despir-se do seu egoísmo.

Dá-lhe também o conhecimento das vertentes filosóficas para o devido discernimento, onde aí se inclui o mesmo Rousseau foi um dos filósofos que mais se aprofundou no estudo da liberdade, para concluir que somente é possível ao homem desfrutar de certo grau da própria liberdade, se souber abrir mão dela em proveito do bem comum.

Após, Kant, colocou a liberdade como uma condição humana surgida da razão, ou da sua capacidade racional.

O homem é um animal superior, está acima da natureza, e tal condição é que lhe dá a liberdade. Ou seja, liberdade sem condições de desenvolvimento da razão, sem o aprendizado da valorização do outro, sem o respeito para com o nosso próximo, não faz muito sentido.

A Maçonaria propicia ao Aprendiz um novo nascimento, depois o sólido aprendizado com as instruções e os exemplos, ensina-o a usar das ferramentas necessárias para que, se aprimorando sempre, melhore, apare, e desbaste as asperezas existentes na sua pedra bruta.

De posse do seu maço e cinzel empreenderá a sua tarefa, de libertação do ego, de construção do seu templo interior, só finalizando quando estiver livre das paixões materiais.

Está lá no Ritual e Instruções: “Para elevar o Homem aos próprios olhos e para torná-lo digno de sua missão sobre a Terra, a Maçonaria proclama que o Grande Arquiteto do Universo deu ao mesmo, como o mais precioso dos bens, a LIBERDADE – patrimônio de toda a Humanidade, cintilação divina que nenhum poder tem o direito de obscurecer ou de apagar e que é a fonte de todos os sentimentos de Honra e Dignidade”.

A palavra liberdade é parte da vida e das especulações filosóficas do ser humano desde muito tempo. Com o estudo ou leituras mais aprofundadas, podemos constatar que o conceito ou o sentido de liberdade sofreu mudanças no transcorrer da história das mais variadas sociedades. O que devemos ter em mente, nós os Maçons, é que devemos trabalhar para que a humanidade ganhe essa tal liberdade.

O homem que não é livre em todos os sentidos não pode ser Maçom, conforme o que está disposto no verbete Liberdade do Grande Dicionário Enciclopédico de Nicola Aslan, e ainda ”não pode ser Maçom, porque a liberdade, ou a consideração de não ser escravo, socialmente falando, e o livre uso das suas ações, lhe são indispensáveis para poder, sem coação, cumprir os deveres da Ordem, e a irrepreensibilidade da conduta social é a única garantia do êxito da missão que lhe cabe dentro e fora da Instituição”.

Curioso, como esta descrição efetuada por Aslan vem de encontro ao pensamento de Rousseau que disse que somente os homens realmente livres poderiam ter um comportamento bom.

É a Maçonaria e o eco do Iluminismo reverberando. Outra passagem que considero digna de ser assimilada por nós todos, e que se aplica ao conjunto todo aqui, diz respeito à tríade Liberdade, Igualdade e Fraternidade, título de um trabalho do Irmão Felipe Spir, onde podemos ler o seguinte: (...) Os três princípios são solidários entre si, apoiando-se mutuamente.

Sem a sua existência o edifício social fica incompleto, pois, a Fraternidade praticada em sua pureza, necessita da Liberdade e da Igualdade, sem as quais nunca será perfeita.

Com a Fraternidade o homem saberá regular o livre arbítrio. Estará sempre na ordem. Sem a fraternidade, a Liberdade soltará a rédea às más paixões, que correrão sem freio. Sem ela, usará o livre arbítrio sem escrúpulos, originando a licenciosidade e anarquia.

“A Igualdade sem Fraternidade conduz aos mesmos resultados, porque a Igualdade requer necessariamente a Liberdade”.

 Como possibilidade, hoje somos mais livres que nunca. Libertar-se de limites para ampliar possibilidades é o caminho que o Maçom terá pela frente.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS: Revistas: A Trolha - números 195 e 287 Filosofia – números 62 e 65
Livros; GRANDE DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE MAÇONARIA E SIMBOLOGIA – Nicola Aslan –
Ed. A Trolha Ltda. - 2012 - O HUMANO, LUGAR DO SAGRADO - Vários Autores – Ed. Olho
D'Água – 1998 - RITUAL E INSTRUÇÕES DO GRAU DE APRENDIZ-MAÇOM DO R.'.E.'.A.'.A.'. – GORGS – 2010-2013
 Ir.'. Jose Ronaldo Viega Alves - Loja Saldanha Marinho “A Fraterna”

Or.'. de Sant'Ana do Livramento – RS.

O LIVRO DA LEI


Para iniciarmos esta peça de arquitetura sobre a definição de “Livro da Lei”, teremos que observar os primórdios da Maçonaria Universal, procurando em seus Landmarks a definição proposta pelo os nossos preceptores.

Os Landmarks publicados por Albert Galletim Mackey em 1858 citam os 25 marcos, que são as fronteiras que não podem ser ultrapassadas e sempre obedecidas pelos Maçons. Citamos alguns preceitos nos parágrafos abaixo:

  • XIX - A crença no SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO é um dos mais importantes Landmarks da Ordem. A negação dessa crença é impedimento absoluto e irremovível para a Iniciação.
  • XX - Subsidiariamente à crença em um ENTE SUPREMO, é exigida, para a Iniciação, a crença numa vida futura.
  • XXI - Em Loja, é indispensável à presença, no Altar, de um LIVRO DA LEI, no qual se supõe, conforme a crença, estar contida a vontade do Supremo Arquiteto do Universo. Não cuidando a Maçonaria de intervir nas peculiaridades da fé religiosa dos seus membros, o "Livro da Lei" pode variar conforme o credo. Exige, por isso, este Landmarks que um "Livro da Lei" seja par indispensável das alfaias de uma Loja Maçônica.
  • XXII - Todos os Maçons são absolutamente iguais dentro da Loja, sem distinção de prerrogativas profanas, de privilégios que a sociedade confere. A Maçonaria a todos nivela nas reuniões maçônicas.
No ritual dos M.’.A.’.L.’.A.’.do G.’.O.’.B.’., no grau de aprendiz do rito Brasileiro, na sua 1ª parte, na qual esta descrevendo o templo, a loja e o traje, cita em sua página de nº. 20, no parágrafo de nº. 20 onde ocorre a descrição do altar dos compromissos, a presença do Livro da lei da seguinte forma:

”... uma mesa triangular adornada com toalha bordô, com franjas douradas, sobre a qual se encontram o Livro da lei, que é a Bíblia, o esq.’. e o comp.’. este aberto em 45º, a espada flamejante e três castiçais.” 
  
Meus IIr.’., vamos observar que nos nossos Landmarks não é citado a palavra bíblia e sim Livro da Lei, que pode variar de acordo com o credo dos membros ativos do quadro, a única restrição é que o volume deve conter, realmente, as Sagradas Escrituras de uma religião conhecida, e fazer referência à Deus, o S.’.A.’.D.’.U.’.

Todavia nos dias de hoje, devemos pensar porque a L.’.A.’.A.’. e o rito Brasileiro adotam a Biblia como livro da lei. Talvez porque em nosso País a maioria das Lojas Macônicas possuem a preponderância de filiados Cristã e a Biblia ser o livro mas conhecido e vendido no mundo inteiro.

 Em nossa L.’. coexistem IIr.’. de diferentes crenças, portanto deveríam estar disposto também os seus respectivos Livro da Lei. Lembrando assim a todos os presentes que o S.’.A.’.D.’.U.’., se faz presente independentemente do modo que os nossos IIr.’., o percebam e o adorem.

Como padronizarmos um Livro da lei que satisfaça a todos, talvez uma alternativa seria instituirmos a abertura do Livro da Lei Moral Maçonica ou seja a constituição de Anderson de 1723. E deixarmos os demais Livros da lei, de cada um Maçons do quadro da loja ao seu lado, sendo abertos na ocasiões de um juramento. Visto que cada Maçom tem que jurar sobre o livro da sua lei a qual ele tem como norte de sua vida.

Uma outra alternativa, seria utilizarmos o Pentateuco, ou seja os cincos primeiros livros da Biblia que são: Genesis, Exodus, Números, Levítico e Deuteronômio, que para o Judeus chamam de Torá, que foi revelado diretamente por Deus a Moisés, mas também faz parte do Alcorão, que foi revelado pelo anjo Gabriel a Maomé e por fim faz parte da Biblia católica. Isto visto que as três maiores religiões Monoteitas do mundo, que acreditam em uma vida após a morte a utilizam.

Lembrando que fica claro que no Torá, Deus das as leis para serem cumpridas e Jesus confirma esta passagem em Mateus, corrobarada pelo Corão na 3ª Surata em seu versículo 50. Pergunto aos meus IIr.’. aqui presente, se para nós nas nossas sessões normais, se já seria o suficiente que cada Ir.’. adentrarem ao templo com a sua religiosidade apenas dentro do seu coração e seus livros estejam ali no altar exposto.
  
Voltando ao tema sobre a abertura do Livro da lei, salientamos que no Brasil, todas as Lojas usavam o Evangelho de São João até 1952, quando as Grandes Lojas introduziram o Salmo 133. A decisão para a introdução da leitura do Salmo 133 no Brasil foi tomada na 1ª Mesa Redonda das Grandes Lojas, realizada no Rio de Janeiro em junho de 1952 E.’.V.’., sob o patrocínio da Grande Loja do Rio de Janeiro. Ao longo da década de 1950-60 a leitura deste Salmo também foi adotada nas Lojas do R.’.E.’.A.’.A.’., federadas ao Grande Oriente do Brasil.

A título de curiosidade, a Bíblia contém aproximadamente: 3.560.480 letras; 1.176 capítulos; 31. 178 versículos, mas para nós Maçons menos de 40 letras nos fornecem o nosso rumo, ou seja, a primeira linha do salmo 133 que passamos a relembramos lendo a seguir o parágrafo por completo.

" Oh! Quão bom e suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba de Aarão e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermon, que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre".

Para nós Iir.’., o salmo 133, lido durante a cerimônia da abertura do livro lei e conhecido por todos nós, demonstra a filosofia maior da Maçonaria. Nele estão contidas a trilogia liberdade, igualdade e fraternidade.

Para finalizarmos lembramos que a Maçonaria é uma sociedade dita filantrópica, fraternal e discreta, que seus membros acreditam, em um ser supremo o S.’.A.’.D.’.U.’. e desde os seus primordios, vem absorvendo fontes das mais diversas religões entre elas, a Egípicias, Cananitas, Babilônicas, Gregas, Judaícas, Cristã, Espírita, Rosacruz e até dos conceitos hoje chamados de nova era, entre outras.

Portanto, devemos hoje avaliar se em nossa loja, estamos tendo o respeito e verificar se estamos oprimindo ou prejudicando algum Ir.’., fazendo o mesmo jurar sobre um Livro da lei que não é a sua inspiração de vida e não o utiliza como referencia e modelo a ser seguido na sua vida.

Se em nosso templo há apenas Católicos devemos colocar a Biblia, mas se por outro lado existe uma diversidade de crenças, devemos respeitar a todos e colocar os demais livros também em um altar, pois são os livros sagrados dos nossos Iir.’. de loja.
  
Bibliografias e fontes de referencias:

  1. Ritual de aprendiz Maçom, segundo o sistema do rito Brasileiro de 2007, editora do Grande Oriente do Brasil.
  2. A Constituição de Anderson de 1723.
  3. Landemarks, de Luis Miranda Mc Nally, de 1999
  4. Wikipédia on line
  5. Site Brasil Maçom
  6. Arquivos dos XXI dos Landmarks de Albert Galletin Mackey
  7. O livro da lei no Rito Moderno trabalho conjunto da A.’.R.’.L.’.S.’. Ordem e Trabalho nº. 0787 do G.’.O.’.B.’.S.’.C.’.
  8. Regulamento geral da federação do G.’.O.’.B.’. de 2003.
  9. Constituição do G.’.O.’.B.’. de 2001
10. Diversos sites Maçônicos pela internet

Abreviaturas utilizadas:

  • G.’.O.’.B.’.R.’.S.’., Grande Oriente do Brasil, Rio Grande do Sul
  • A.’.R.’.L.’.S.’., Augusta e Responsável Loja Simbólica
  • Ir.’., Irmão
  • A.’.M.’., Aprendiz Maçom
  • C.’.I.’.M.’., Cadastro de Identificação Maçônica
  • E.’.V.’., Era Vulgar
  •  “Visita Interiorem Terrae Rectificandoque Invenies Occultum Lapidem”, ou seja, Visita o interior da Terra rectificando e encontraras a pedra oculta.
  • IIR.’., Irmãos
  • V.’.L.’., Verdadeira da luz
  • M.’.A.’L.’.A.’., Maçons antigos livres e aceito
  • Esq.’.. Esquadro
  • Comp.’., Compasso
  • R.’.E.’.A.’.A.’., Rito Escocês Antigo e Aceito
  • S.’.A.’.D.’.U.’., Supremo Arquiteto Do Universo


Eduardo Bandeira Lecey A.’.M.’.
Loja Arca da Aliança 2489 - G.’.O.’.B.’.R.’.S.’.
Porto Alegre – RS
VII/5769 Anno Mundi da V.’.L.’
13.02.09



sexta-feira, 26 de julho de 2013

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO NO RITO BRASILEIRO – ÁUDIO E MÚSICAS


Enquanto a nossa memória nos permitir, deveremos sempre nos lembrar da nossa iniciação na Maçonaria, principalmente do momento em que solicitamos a LUZ e ela nos foi concedida.

Gostaríamos que os nossos IIr.’.recebeste este nosso trabalho desenvolvido em conjunto, como uma ferramenta multimídia, a qual pensamos em desenvolver para colaborarmos com a loja, no que entendemos ser a sua sessão mais importante, a de iniciação.

O Neófito passa por todo o processo de iniciação na mais completa escuridão, ultrapassa a câmara de reflexão e realiza as suas viagens sempre sem nenhum resquício de luz. O seu objetivo na realidade é a procura da verdadeira luz, esta que o V.’.M.’. irá conceder no momento oportuno.

Nós os Maçons, nos denominamos de “Os Filhos da Luz” e aos não iniciados, que ainda não receberam a luz, consideramos que se encontram ainda nas trevas. Não estamos aqui propondo nenhum trabalho sobre a LUZ e sim sobre o momento em que é concedida a LUZ no R.’.B.’..

Todos sabemos que em dado momento o V.’.M.’. pergunta ao 1º Vig.’. “O que se pede em favor do Neófito?”, recebendo como resposta: Que lhe seja dada a Luz! Seguem-se então três pancadas de Malhetes, repetidas três vezes e na última, a venda é retirada dos olhos do Neófito, e então finalmente foi lhe dada a Luz!

É neste momento em que o mestre de harmonia, o mestre de cerimônia e seus auxiliares têm que trabalhar em perfeita sincronia, como consta na página 233 do ritual de aprendiz do GOB de 2009.

Com a retirada da venda pelo M.’.C.’. e com a loja totalmente iluminada o M.’.H.’. colocará a  “Marcha da Coroação” da ópera “O Profeta” de Giacomo Meyerbeer.

Sim meus IIr.’., o R.’.B.’. possui uma música própria para este momento tão especial, é o único rito que no seu manual consta qual é o hino musical apropriado. Salientamos que em nossa loja, doravante devemos seguir o ritual como ele foi publicado, pois é vedada a inclusão de cerimônias, palavras, expressões e qualquer ato que não conste no mesmo.

Gostaria de falar um breve comentário sobre a “Marcha da Coroação” da ópera “O Profeta” de Giacomo Meyerbeer, nascido com o nome Jakob Liebmann Beer. Este Judeu-Alemão o qual adotou este nome Italiano, pois no meio artístico era comum os Italianos dominarem a cena das óperas no século passado.

As suas óperas, “Il crocciato in Egipto”, “Esule de Granada", apresentadas em Milão entre outras, foram trabalhos muito bem sucedidos. Em Paris, apresentou com muito sucesso "Roberto, o Diabo", "Os huguenotes" e "O profeta", cuja a marcha da coroação faz sucesso até hoje. Meyerbeer morreria sem ter assistido ao sucesso de sua última obra, "A africana".

O tema principal da ópera  “Le Prophet” são as guerras religiosas do século 16 e baseada na história de Jean de Leyden, que foi instalado como rei de Munster (1) na atual Alemanha em 1534 a qual os Anabatistas (2)    chamavam de o profeta.
Meyerbeer foi fortemente atacado por Richard Wagner, músico contemporrâneo a ele, Anti-semita ferrenho escreveu sob anonimato o livro “Os Judeus e a música”. Essa obra medíocre tinha como alvo principal os compositores judeus, em especial Giacomo Meyerbeer (Jakob Liebmann Beer), que reinava absoluto na Opera de Paris.

Não precisamos comentar que alguns anos depois, Wagner era o artista preferido de Adolf Hitler (3), pois ele simbolizava a genialidade do músico que melhor representava a raça Ariana e a submissão das demais raças.

Voltando ao momento em que a marcha é executada, precisamos saber por que da escolha de “O Profeta”. Com todo o cuidado e sem avançarmos muito sobre este assunto, para não sairmos do grau 1, podemos apenas comentar que no início do livro de Hebreus (1:1-4) lemos estas declarações sobre:

- O Profeta, esta é uma função que já estava predita no Velho Testamento. Os profetas são os porta-vozes de Deus, ou seja, os seus mensageiros.

- O Sacerdote, também predita no Velho Testamento, esta função era representada por integrantes da tribo de Levi. Os Sacerdotes eram os mediadores entre o Deus e os homens.

- O Rei, em muitos trechos do Velho Testamento encontra-se menção à majestade e ao reinado. Rei dos Reis é aquele que vence o inimigo e assegura a vitória para si e para o seu povo!

Podemos enfim dizer que, “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens” Dizer que este é Rei, Sacerdote e Profeta, significa que ele é o único mediador da salvação, como diz a primeira carta a Timóteo (1 Tim 2º ao 5º).

Já que o estamos falando de ópera, vamos ao nosso prelúdio, ou seja, algo que antecede um evento maior, ou então que introduz um evento mais importante.  Vamos dizer as palavras "Esclaves et vassaux, il y a beaucoup de temps de genoux... Levez-vous, levez-vous, levez-vous ! Ressuscités à la vie! " ("Escravos e vassalos, há muito tempo de joelhos... Levante-se! Levante-se! Levante-se!. Ressuscita para a vida!”


Ritualística & Discografia:


·    Abertura da Sessão Magna:

1.  Entrada dos obreiros. Hino de abertura 1’36”.
2.  Abertura dos trabalhos. Era, The Mass 3’40”.
3.  Cerimônia das luzes. Música Reiki. Natureza 4’41”.
4.  Transmissão da palavra sagrada. The Moodys Blues. Nights in white satin, 4’15”.
5.  Abertura do livro da lei. Ave Maria 3’59”.
6.  Balaústre, expediente, propostas e informações. Somewhere 3’03”.
7.  Entrada dos visitantes. Era, Les Visiteurs 3’09”.
8.  Ingresso das autoridades. Hino da Maçonaria 4’42
9.  Pavilhão Nacional. Hino Nacional 3’38”.


  • Iniciação:

    1. Experto e o testamento. Era, Ameno 4’19”.
    2. Ingresso do Neófito no templo. Enya. Tema de coração valente.
    3. Primeira prédica. Giorgio Moroder. Theme from midnight express, 4’43”.
    4. Segunda prédica. Jean Michel Jarré, L’emigrant, 3’55”.
    5. Leitura dos deveres. Era, Voxifera 4’21”.
    6. A taça sagrada. Bob Dylan. Knocking on heavens door, 2’30”.
    7. Terceira prédica. Bohemian Rhapsody 6’18”.
Viagens:

    1. Primeira viagem. Trovões 2’21”.
    2. Segunda viagem. Espadas 2’07”.
    3. Purificação no mar de bronze 49”.
    4. Terceira viagem. Silêncio no ambiente.
    5. Purificação pelo fogo 1’55”.
    6. Compromisso de adesão. Vangelis, L’Efant 5’01”.
    7. Decisão da loja. Jean Michel Jarré. Chronologie, 3’33”.
    8. Retorno do Neófito. Pink Floyd and Royal Philarmonic Orchestra. Us & Then, 6’16.
    9. Juramento. Hans Zimmer and Lisa Gerard. Gladiator soundtrack Theme, 1’36”.

  • A Luz.

Marcha da Coroação da ópera “O Profeta” de Giacomo Meyerbeer, 3’52”.


1.  A consagração. Enya. Now we are free, 4’13”.
2.  A Investidura. Queen and Royal Philarmonic Orchestra. We are the champions, 3’20”.
3.  No Oriente. Carl Off. Carmina Burana, 5’19”
4.  Primeira Instrução. Beatles and Royal Philarmonic Orchestra. Yesterday 3’28”.
5.  A Proclamação. Jean Michel Jarré. Gloria lonely Boy, 5’28”.
6.  Distribuição de flores. Queen and Royal Philarmonic Orchestra. You’re my best friend, 3’20”.

  • Encerramento da Sessão Magna

1.  Troco de beneficência. Luiz Gonzaga. Acácia amarela, 3’04”.
2.  Palavra relativa ao ato. Silêncio para escutar as solicitações.
3.  Saudação ao Pavilhão nacional e retirada. Hino a Bandeira, 4’22”.
4.  Retirada das autoridades. Hino da Maçonaria, 4’42”.
5.  Procedimentos preparatórios ao encerramento. Giorgio Moroder. Love theme, 5’38”.
6.  Fechamento do livro da lei. Paco de Lucia. Danza ritual del fogo, 4’24”.
7.  Amortização das luzes. Pink Floyd and Royal Philarmonic Orchestra. Wish you where here, 4’25”.
8.  Conclusão. Hino de saída, 1’52”.

Glossário:

1.  Münster, região aonde ocorreu a revolução dos Anabatistas em que foi criada uma monarquia teocrática, sendo que os bens desta cidade foi dividido entre seus membros, como se fosse uma espécie de comunismo.
2.   Anabatistas, esta é uma palavra grega que significa “rebatizadores”, devido a sua rejeição do batismo infantil e somente aceitando o batismo espontâneo tardio.
3.   Adolf Hitler, líder Alemão do III Reich, certamente o principal responsável pela 2ª guerra mundial. As suas teses racistas e anti-semitas no período em que esteve no poder, grupos minoritários considerados indesejados, tais como Testemunhas de Jeová, Eslavos, Poloneses, Ciganos, negros, homossexuais, deficientes físicos e mentais, Maçons e judeus - foram perseguidos no que se convencionou chamar de Holocausto.


Bibliografia, fontes de referencias:

  1. Ritual de aprendiz Maçom, segundo o sistema do rito Brasileiro de 2007, editora do Grande Oriente do Brasil.
  2. A Bíblia Sagrada
  3. www.wikipédia.org
  4. www.meyerbeer.com/leprophe.htm
  5. Novo ritual de aprendiz do Rito Brasileiro de 2009 em fase de publicação.
  6. “Memorandum, Rei, Sacerdote, Profeta: historicidade, religiosidade e subjetividade” do Prof. Gilberto Safra, publicado em 2001, doutor em psicologia, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo PUC/SP.
  7. Atualizado pelo ritual de aprendiz Maçom, do R.’.B.’. de 2009 do G.’.O.’.B.’.


Abreviaturas utilizadas:

  • G.’.O.’.B.’.R.’.S.’., Grande Oriente do Brasil, Rio Grande do Sul
  • A.’.R.’.L.’.S.’., Augusta e Responsável Loja Simbólica
  • Ir.’., Irmão
  • IIR.’., Irmãos
  • AA.’.MM.’., Aprendizes Maçons
  • A.’.M.’., Aprendiz Maçom
  • C.’.I.’.M.’., Cadastro de Identificação Maçônica

  • E.’.V.’., Era Vulgar
  •  “Visita Interiorem Terrae Rectificandoque Invenies Occultum Lapidem”, ou seja, Visita o interior da Terra rectificando e encontraras a pedra oculta.
  • V.’.L.’., Verdadeira da luz
  • M.’.C.’., Mestre de cerimônias
  • Arq.’., Arquiteto
  • 1º Vig.’., Primeiro vigilante

"Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão e que desce a orla das suas vestes. É como orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião, por que ali, o Senhor ordena benção, e é vida para sempre”.

A.’.R.’.L.’.S.’. Arca da Aliança 2489 - G.’.O.’.B.’.R.’.S.’.
Eduardo Bandeira Lecey A.’.M.’. - C.’.I.’.M.’. 250559
João Mascarello dos Santos - C.’.I.’.M.’. 253407
Porto Alegre – RS
VIII/5769 Anno Mundi da V.’.L.’
21.08.09 E.’.V.’.
Atualizada em 06.05.2011 E.’.V.’.


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