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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O ALFABETO MAÇÔNICO



O sistema de codificação mono alfabética em tempos utilizado pela Maçonaria e comummente conhecido como Alfabeto Maçônico ("Pig Pen"), é geralmente atribuído ao místico e alquimista alemão Heinrich Cornelius Agrippa de Nettelsheim, que nasceu em 18 de Fevereiro de 1486, de uma família nobre, próximo da cidade de Colônia, onde estudou medicina e direito, aparentemente sem se conseguir graduar.

Em 1503, Agrippa de Nettsesheim assumiu o nome de Cornelius Agrippa Von Nettesheim, adoptando o "Von" para sugerir sua origem nobre; três anos depois, funda uma sociedade secreta em Paris devotada à astrologia, à magia e à cabala.
A sua carreira foi bastante diversificada, tendo sido agente secreto, soldado, médico, orador e professor de Direito, em Colônia, Paris, Londres, Itália, Pavia e Metz. Em 1509, decide instalar um laboratório em Dole com o objetivo de sintetizar ouro, e durante a década seguinte viajou pela Europa, vivendo como um alquimista, e dialogando com importantes humanistas.
Em 1520, começou a praticar medicina em Genebra, e em 1524 torna-se médico pessoal da rainha-mãe na corte do Rei Francis I em Lyon. Quando a rainha-mãe prescindiu dele, moveu a sua pratica medica para Antuérpia, mas foi mais tarde proibido por praticar sem licença; ressurge posteriormente como historiador na corte de Charles V. 
Ao longo da sua vida, foi preso por várias vezes por diferentes motivos como dívidas e ofensas criminais, tendo morrido em 1535.
Em 1533, Nettelsheim publica o "De Occulta Philosophia", em Colônia, na Alemanha. No livro 3, capítulo 30, descreve sua codificação de substituição mono alfabética, hoje conhecida como Codificação Pig Pen. A tradução literal do nome da Codificação é "Porco no Chiqueiro" e deriva do fato de que cada uma das letras (os porcos) é colocada numa "casa" (o chiqueiro).
Este Alfabeto foi utilizado frequentemente nos Séc. XVII e XVIII, sendo que ainda hoje alguns praticantes das Ordens Maçônicas o utilizam para se identificarem e/ou para comunicarem, mais por tradicionalismo do que como forma de assegurar a confidencialidade, já que a sua "chave" é do conhecimento público e de simples utilização.
Autor Desconhecido


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