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sexta-feira, 17 de maio de 2013

SER LIVRE E DE BONS COSTUMES



SER LIVRE
Ser livre significa ser independente, ganhar o suficiente para sua própria subsistência e de seus dependentes, atender aos seus compromissos sem prejuízo de quem quer que seja, ter consciência de seus deveres familiares, sociais, morais e religiosos, e executá-los com seriedade. Não ter compromissos com organizações que proíbam o acesso a correntes espiritualistas.

Ser livre é possuir autonomia, é ter o direito de se reger. Deve-se, também, ser subjetivamente livre: de preconceitos, superstições, maledicências e qualquer escravidão. 

Ser livre é não ficar preso a um padrão estabelecido. Existem, no entanto, duas escalas de liberdade: a física e a psicológica, sendo que o cerceamento da liberdade física não impede que o indivíduo não experimente a liberdade espiritual. Muitas vezes, o conceito de liberdade é confundido. 

Acreditando-se livre, o Homem é prisioneiro de si mesmo, da sua ignorância, preconceitos e arrogância. A Liberdade é um estado de espírito; é poder ir à busca do desconhecido sem sentir-se preso a experiências passadas.

Livre é alguém que não sendo irresponsável ou escandaloso, agredindo a sociedade por sua vida condenável, não seja por outro lado, joguete passivo das circunstâncias e das pessoas que o rodeiam. É alguém que sabe o que quer, não tem medo, que possui liberdade de pensamento e condições psicológicas para absorver determinados ensinamentos, através do estudo e da reflexão, sem pré-julgamentos. 
Ser Livre é ter coragem para criar, tendo sempre como objetivo o evoluir. 

SER DE BONS COSTUMES 
Ser de bons costumes é ter adquirido bons hábitos e salutares princípios que permitam conduzir-se a si mesmo em qualquer condição e lugar. Ser de bons costumes é ser honrado, empenhando todos os seus esforços por se tornar melhor a cada dia que passa.

Auxiliar, na medida do possível, aqueles que imploram pela sua benevolência. Abrandar o coração para com os seus antagonistas. Deixar, por donde quer que passe, um rastro de luz benéfica que deve caracterizar todo o Verdadeiro Maçom. 

Ser honrado, justo, de bom entendimento e rigorosa moralidade. Ser de bons costumes é ter hábitos sadios; ser capaz de superar obstáculos naturais - discussões interpessoais, ambientes confusos, dificuldades financeira, etc., através da coerência, do bom senso, da organização e do equilíbrio. 

Bons costumes aplica-se, principalmente, a ética do candidato. 

Mas a Ordem Maçônica espera tanto dos candidatos, como de seus integrantes, um espírito de verdadeira Fraternidade, Cooperação e Altruísmo.

Portanto BONS COSTUMES, em Maçonaria, não devem ser encarados como se referindo apenas aos valores sociais consagrados. Deve, isto sim, ser entendido como um reto modo de vida, já que não há uma conotação meramente moralista nesse termo.

Via Grupo Maçônico "O Orvalho de Hermon”

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