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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O TROLHAMENTO


S.’.M.’.?
Já, de imediato, vem a indagação que me faz pensar - e muito - profundamente antes de responder.

Qualquer Inic.’. saberia responder automaticamente esta pergunta que se torna até simplória, mas se aprofundarmo-nos nela, veremos o “peso” a que esta sentença se refere.

Partindo do princípio que sempre acreditei (que ninguém se torna M.’. e sim, nasce), esta pergunta mexe com o âmago do ser e nos faz, ao responder, pensar ponderadamente e julgar nós mesmos, para afirmar tal resposta ou apenas respondê-la de prontidão.

Quando o V.’.M.’. indaga o Ir.’. que se encontra entre CCol.’., o faz com toda a segurança e o Ir.’. que deve responder, sente a intensidade das vibrações reverberando nestas CCol.’. e emanadas pelo povo Maç.’. presente, pois a egrégora já se formou e dali em diante o canal sinestésico e cinestésico da Loj.’. se encontra aberto e fecundo. Funestas conseqüências poderão ocorrer caso quem se encontre entre CCol.’., por ventura, não possua conhecimento necessário (isso é, seja um dissimulado) para resolver tal questão com persuasão e veracidade.

Adendo para EGRÉGORA proveniente do grego significando envolvimento, clima envolvente, estado de espírito resultante de fatores externos e internos conjugados. Música, odor e misticismo, reverberação de mantras, mãos unidas, pensamento unilateral, tudo isso, em suma, criam ou interferem no indivíduo um estado emocional próprio, de fé, de contemplação, de união.

É a plenitude induzida, podendo encaminhar quem se encontra nesta egrégora para o éter. Pode se dizer que Egrégora é a somatória de energias mentais, criadas por grupos ou agrupamentos, que se concentram em virtude da força vibratória gerada ser harmônica.

Se realmente aquele que se encontra entre CCol.'. for um de nós, nada interferirá em nossa egrégora.

Responderá (ou pelo menos, deveria, ao meu entender) com o coração.
Como se fosse um confessionário da igreja católica, o indagado procurará dentro de si a resposta e proferirá com sentimento e não apenas automaticamente.

Ademais, a resposta a esta pergunta exige o mínimo do exercício de humildade, uma vez que sua resposta é prova viva dele.

Quando a resposta é MM.’.IIr.’.C.’.T.’.M.’.RR.’., dá se tal prova, comprovando que o indagado não se acha um M\, mas sim (e somente) é R.’. como T.’. pelos seus IIr.’..

Tal humildade demonstrada em simples palavras, mas que deveria tocar profundamente o coração de quem profere-as. Palavras proferidas tem poder e quando nos encontramos entre CCol.’. somos uma espécie de filtro de energia, ou peneira que de tão junta a trama, fica impossível ultrapassar deste crivo a menor das impurezas egoístas e não altruístas.

D.’.O.’.V.’.? é uma pergunta que assola a humanidade desde sua reconhecida existência. Textos e livros escritos por pensadores de renome já trataram do assunto, sem que o resultado houvesse aprovação da maioria.

Cada qual tem sua restrita opinião acerca deste delicadíssimo assunto, pois a resposta deveria ser não diferente a que é, mas com um contexto muito especial.

Entendo que uma Loj.’. de S.’. J.’. encerra em si os dois aspectos básicos da Inic.’.: A Consciência = Água = Esq.’. e O Espírito = Fogo = Comp.’..
É, portanto, um local de Inic.’. plena, onde os OObr.’. constroem o T.’. traçado pelo G.’.A.’.D.’.U.’.. Cito "Em verdade, te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus..." - João 3:5

Pode referir-se a Batista ou Evangelista, e de fato acredito ser, pois Batista é quem batiza o Cristo, na fábula bíblica católica, representando assim a Água e Evangelista era o mais hermético dos apóstolos e relaciona-se com a maturidade do ser, por assim ser, com o fogo.

Quando responder esta segunda indagação, tenha certeza que de onde vindes não é um lugar comum, mas sim um local especial e sagrado, abençoado pelos elementais onde fostes purificados pelos mesmos.

Ademais, analisando, viemos de um indefinido lugar. Proviemos do criador incriado cujo devemos (e tentamos) reatar o caminho para a volta, unindo-nos, assim, ao princípio e tomando lugar onde nos é de direito. Somos todos deuses pois temos o poder de criar (procriar) e destruir! Não só vidas, mas tudo a nossa volta. Isso nos dá uma vaga conotação do poder que herdamos e muitos ainda não conseguem compreender que somente através da elucidação (ou da luz), poderemos encontrar o caminho de volta... De onde venho é para onde vou.

Q.’,T.’.?
Costume antigo ao visitar algum ente querido ou pessoa distante era presenteá-lo com o que havia de melhor. Hoje ainda, nós, ocidentais, temos este costume nas entrelinhas da comemoração dos aniversários. É uma provação de ternura para com o próximo, além, ainda de demonstrar o quão grato ficará ao ser tão bem recebido como é chegado. O que levamos é o presente mais oportuno para tal ocasião, pois é também, o que consolida nossa Frat.’. e torna uníssono nosso clamor.

Sempre com nossa bolsa repleta de bons fluídos e vibrações positivas, nos encaminhamos à porta de um T.’., com intenção real de encontrar através daquela barreira, IIr.’. verdadeiros em busca da mesma e hegemônica senda. É conhecida a máxima “É dando que se recebe”, portanto assim, trazendo, será beneficiado com o mesmo, hermeticamente.

O.’.Q.’.M.’.T.’.?
A saudação de seu superior imediato, fazendo valer todas suas patentes e para fazer saber que não deixa de ser em momento algum, o altruísta que sempre jurou ser.

O Ir.’. quando em Vis.’. é o representante legal de sua Loj.’.naquela Of.’., cabendo ônus e bônus caso intervenha de qualquer forma na cerimônia. É a afirmação da responsabilidade para com que veio. É o COMPROMETIMENTO com a Ord.’. e principalmente com sua própria Loj.’.. Não nos esquecendo que a saudação do V.’.M.’., cujo o Vis.’. está portador, é T.’.V.’.T.’., resultando em um número cabalístico que representa, também, a força centrípeta, delineada para atrair bons influxos emanados em direções dispersas.

O número 9 dentro da Alquimia representa o Arcano 9 do Tarô (o Eremita solitário). A Nona Esfera da Magia Sexual. Os 9 Céus e os 9 Infernos de Dante. É também símbolo representativo da força denominada Anabasis, que, em espiral, simboliza a constante invariabilidade que oscila nossa busca. Em cima e em baixo, continuadamente.

Q.’.S.’.F.’.E.’.V.’.L.’.?
Percebe-se aqui que o Trab.’. é fundamentalmente o mais importante dentro de Loj.’.. Não só o Desb.’. da P.’. .’., mas a labuta com a conotação de movimento. Movimento é a fé! É o estado embrionário no liquido amniótico, fecundando e evoluindo antes de receber a luz. É também, a liberdade criativa, ou apenas a LIBERDADE.

Sois livre para fazer o que desejais. Mas o conceito de liberdade é um pouco disforme do que muitos acreditam ser. Liberdade é o direito de fazer o que a Lei permite. A Lei é a verdade. Tudo isso com conotação esotérica, óbvio. Fazeis o que quereis, há de ser tudo da Lei! – frase mãe da Ord.’. Inic.’. A.’.A.’.. Uma vez em Loj.’. aplicar seus conhecimentos na labuta diária em vossa P.’., auxiliando na construção do T.’. virtuoso e, disseminando e destruindo todos os vícios que ainda sobreviveram às purificações.

Q.’.V.’.F.’.A.’.?
Como ousa interferir em nossos TTrab.’.? Sabeis, porventura o seguimento desta união de homens LL.’. e de BB.’. CCost.’., reunidos aqui?

Se, em Loj.’. Reg.’., tranqüilize-se pois o propósito é o mesmo. Sempre.
Em Vis.’. percebo muitos aspectos dos quais dois deles precisam ser ressaltados:
1 – Um Ir.’. em Vis.’., apesar de ser um Ir.’., interfere incomensuravelmente na egrégora da Loj.’. visitada. Se o V.’.M.’. e os demais IIr.’. que recebem o Ir.’. Vis.’. não mantiverem a concentração, este simples Vis.’. pode dar por fim toda a energia até então concentrada e destruir, literalmente, a egrégora harmônica daquela Of.’..
2 – Disposição. O Ir.’. Vis.’. precisa, além, estar disposto e de mente e coração aberto para poder ingressar no T.’. em TTrab.’. AAb.’., pois todos sabemos que lidamos com energia pura, podendo interferir com a harmonia do próprio ser, caso tal energia se manifeste sobre o Ir.’. Vis.’. e este não estiver totalmente “aberto” e preparado para recepcionar tal força.

Tão imensa é esta energia que é conhecido por todos, frases como: “Saí da Loj.’. fortificado!” ou “Me sinto mais leve, agora” ou ainda (e pior) “Entrei bem e sai mal... O que houve?”

Todas estas possibilidades são possíveis e tangíveis, uma vez que somos providos de canais que se abrem e fecham com estímulos externos.

Quando é perguntado Q.’.V.’.F.’.A.’., melhor encontrar dentro de si a melhor resposta, mesmo que esta seja exatamente a descrita no ritual de Ap.’.. Espero que seja!

Q..’.D.’.?
Nada mais que o merecido. O lugar que almejas, é seu por direito. Reconhecido e respaldado por Landmark, este lugar é confiado por ser merecedor e assim como todos presentes, ser também um operário embasado na busca constante da evolução.

E por que entre vós, e não sozinho?


A somatização de energias dispersas, quando canalizadas, tem o poder de manipular o universo. Poder de transmutar. Alquimia pura! Induzir pontos fechados à abertura e fechar canais, maléficos, permanentemente.

Sois dotado de energia pura que, uma vez amalgamada às demais, consolidam em força suficientemente grande para mover o mundo no sentido contrario. Podendo até, basta acreditar, remover imensas montanhas. Se não as físicas, ao menos as que se encontrarem em nossos caminhos.
 
Meu sincero T.’.F.’.A.’.
Leo Cinezi

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