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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

TRECHOS DOS RITUAIS


“...há séculos que o punhal tem servido de instrumento homicida. Com ele, reis feriram suas vitimas e fanáticos feriram os reis. Nunca, porém, serviu a Justiça e a Verdade. 

Há séculos os nossos antepassados o traziam como símbolo da luta, mas nunca o mancharam de sangue. Há muito, partidos políticos tem procurado infiltrar-se em nossos Templos e seitas religiosas já tentaram dissimular, sob o manto da Maçonaria, seus preceitos e paixões. 

Atos políticos, algumas vezes extravagantes, outras vezes criminosos, foram dados como inspirados pela Maçonaria. Nunca essa calúnia pôde afastar a Maçonaria de sua linha de conduta – a Verdade, apesar de preceitos de cada época e de interesses passageiros, porque a Maçonaria sempre repudiou o mal, não só nos meios como nos fins...”

“A Maçonaria não se limita a despertar o pensamento e a incentivar o sentimento. Seu fim é também agir sobre a conduta real do homem, impondo-lhe a fiscalização de si próprio. O homem está exposto a agir mal, pensando fazer o Bem. 

O sentimentalismo confessional protege a ignorância e engendra o vicio.
O rigorismo religioso exalta a fé, mas muitas vezes é falho de sinceridade e de generosidade.  Homens políticos que, sonhando com a perfeição se enxovalham na lama da vaidade e da concupiscência. 

Todos têm sentimentos; poucos possuem princípios. O sentimento é uma impressão passageira, banal, facilmente refletida, raramente dominante. A Maçonaria só se preocupa com princípios. Aplaudir o direito e sentir o erro é a historia do homem.
Quem, pois, preconiza a injustiça, a opressão, a avareza ou a inveja?

Ninguém! Quantos, porém, são injustos, opressores, avarentos e invejosos! Todos falam, em termos indignados, da concupiscência e da infâmia! “Quantos, entretanto, são covardes diante de um sacrifício do menor prazer; avarentos, se lhes pedir a menor parcela de seus bens...” 


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