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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

POR QUE EU SOU MAÇOM?


Antes de qualquer especulação desnecessária, eu quero dizer que sou Maçom, porque pretendo edificar de modo sublime o templo da minha própria existencialidade.

Sou um Companheiro Maçom, mas o pouco dos meus conhecimentos maçônicos, ao meio de tantos mestres e autoridades, tenho certeza de que não ignorarão minhas pesquisas na ânsia da busca por conhecimentos novos.

Tenho como objetivo de viver uma vida totalmente maçônica.

Tento me conduzi de forma reta, assim sendo, elegi a tríade maçônica LIBERDADE- IGUALDADE- FRATERNIDADE, para dirigir a minha própria vida dentro desse contexto existencial.

Não sou um santo e nem procuro ser, mas a minha forma de ser e de existir é pautado na retidão maçônica.

Eu sei que nessa Instituição Filosófica, Filantrópica e Especulativa, não é um reduto de homens perfeitos, antes de tudo é um colegiado seleto de homens procurando a superação humana.

Na Maçonaria se soubermos assimilar os seus princípios, a sua doutrina, logo, logo, encontraremos a completude existencial.

A sua doutrina forja caracteres, imprimi princípios, nos liberta do dogmatismo tão funesto, alonga os nossos horizontes sobre a teorética da vida.

Por isso, ela também é denominada de OFICINA, pois aqui burilamos o ser humano, de tal modo que, ele evolui e em breve atingirá a semelhança das construções da Jerusalém Celestial.

Mas a Maçonaria é sábia e ela sabe que dessa forma, os seus ensinamentos vão se sedimentando silenciosamente no inconsciente de cada obreiro, ensejando a arquitetura e a feitura do caráter do Maçom.

Tenhamos paciência Irmãos!

Não seremos afoitos em querer arvorar-se em sábios da noite para o dia.

Nunca tive este objetivo, mesmo crescendo em meios de doutrinas maçônicas e amigos maçons.

Mas afinal de contas, reproduzo novamente o titulo deste texto: POR QUE EU SOU MAÇOM?
A sabedoria é uma virtude que requer tempo, paciência, estudo e muita introspecção.

Nunca olhes os símbolos como um mero objeto decorativo, mas olhe através do símbolo o simbolizado.

Não transformes o símbolo num ídolo, mas sim, o transforme num caminho que te levará à compreensão metafísica da existência.

Não faças nunca da Maçonaria, um trampolim para na vida profana galgar posições, a Maçonaria tem o seu tráfego de influência, use-a somente quando de fato for necessário, nessa ocasião saberás o que realmente é a FRATERNIDADE.

Prima sempre pela tua conduta dentro do Templo Maçônico e, na vida profana, mostre no teu círculo de atividade, na tua família e aos teus amigos que és um Maçom verdadeiro.

A definição do que seja um Maçom abrange conceitos variados, se levarmos em consideração as variadas espécies de Maçom.

No entanto, dentro da concepção atual, Maçom, além de ser o filiado na Instituição Maçônica é o idealista que busca o próprio aperfeiçoamento.

Ou seja, burilar de tal forma a “pedra” que ele representa, para torná-la apta a participar da construção do Templo; não de um edifício arquitetônico de alvenaria, mas do recinto dentro de si próprio, aonde possa estar em comunhão com o Criador e com os seus Irmãos.

As metáforas maçônicas são empregadas com muita sensatez e são bem difundidas.

Aliás, as metáforas, são as mais altas manifestações da sabedoria esotérica.

Mas os Maçons, por não estarem devidamente preparados não adota como premissas suas.

E, quando volta ao mundo profano não as aplica, e nem vive uma vida verdadeiramente digna de ser um Maçom.

O ritual sem uma conceituação espiritual ou filosófica, passa a ser um exercício mecanicista que leva ligeiro ao enjôo e ao cansaço.

Desta forma, não alcançando o seu real objetivo, que é o de sentir o simbolizado por meio do símbolo, enfim, a dialética maçônica sem um entendimento profundo do que se está falando.

Entretanto, a maioria dos Maçons não atina para o seu significado transcendente, e nem os assimila para fazer parte integrante da sua existencialidade.

O conhecimento profundo da simbologia maçônica é um exercício de individuação espiritual.

Nesse exercício é praticado um envolvimento heurístico que vem abrir ou alargar as fronteiras para a compreensão do próprio indivíduo, fazendo com que, ele entenda a sua inserção no seio da humanidade.

Conhecer a Maçonaria como uma filosofia esotérica e mística é dever de todos os Maçons, pois assim, a compreenderão melhor, tendo um conhecimento profundo dos seus alicerces no mundo da sapiência simbólica.

Devemos estudar Maçonaria, porque o que se tem notado é que, as alegorias maçônicas não inspiram ou informam aos obreiros o seu conteúdo esotérico ou, os Maçons, não estão preparados para embeber-se na sabedoria hierofânica ou não têm sensibilidade para sentir a profunda filosofia maçônica.

O recado foi dado. Sabemos por oportuno definir o porquê ser um maçom. “A lógica mais pura e retilínea, obriga-nos a rejeitar o materialismo absoluto e proclamar a espiritualidade universal do mundo”.

Dito toda essa questão, recebi um texto pela internet e faço as seguintes perguntas, para a reflexão de cada um aqui presente:

AS QUALIDADES DE MAÇONS
01 - O SÓCIO DO CLUBE - Só comparece às reuniões sociais e às festas brancas porque acha as reuniões da Loja monótonas e cansativas. Normalmente não está em dia com as suas obrigações financeiras. Não tem tempo para procurar os irmãos.

02 - O SÓCIO CONTRIBUINTE - É aquele que paga para não ser incomodado. Está sempre em dia com suas obrigações financeiras e contribui com altas somas de metais para campanha qualquer. Só não tem tempo para freqüentar a Loja e visitar os Irmãos ou mesmo dar-lhes um telefonema, mesmo sabendo que um Irmão está acamado. Diz que faz Maçonaria no mundo profano.

03 - O APROVEITADOR - Não freqüenta a Loja e não cumpre as suas obrigações financeiras, mas usa chaveiros e broches da Maçonaria. Anuncia em alto e bom som em qualquer lugar que é maçom e só procura os Irmãos para pedir favores. Essa qualidade se divide em duas categorias bem conhecidas:

 A) a que procura a Maçonaria para lhe servir de ponta de lança, com o fim de abrir caminho no mundo profano, com o objetivo de ser alguém na vida.

B) a que procura a Maçonaria para lhe servir de escudo em sua defesa no mundo profano, devido às suas falcatruas, pois, na verdade, nunca foi Livre e de bons costumes.

04 - O INICIADO - Freqüenta com assiduidade as reuniões da Loja e paga em dia as suas mensalidades. Recusa-se a comparecer a qualquer reunião que não seja normal e nunca visita uma loja. Só tem contato com os Irmãos no dia da sessão. Ao encerrarem-se os trabalhos, encerram-se suas obrigações maçônicas.

05 - O VERDADEIRO MAÇOM - Freqüenta com assiduidade e pontualidade qualquer sessão ou reunião de sua Loja. Interessa-se pelas atividades e coisas da Ordem. Paga suas mensalidades em dia e contribui com boa vontade para as campanhas da Loja.. Mantém contato com os Irmãos fora da loja e participa dos problemas deles. Está sempre pronto a socorrer um Irmão. Prefere OCULTAR NO MUNDO PROFANO A SUA QUALIDADE DE MAÇOM. Não faz espalhafato nem estardalhaço ao fazer ou em praticar uma caridade, preferindo que somente o Grande Arquiteto do Universo tome conhecimento. Tenho certeza de que os irmãos da Monte Moriá se enquadram neste perfil!!

06 - DIVIDIR PARA REINAR - Os que possuem ferozmente a ânsia de mando, às vezes não possuem nenhuma capacidade para o cargo pretendido; entretanto não têm o senso do ridículo para entender tal coisa. Mas, para galgar tal cargo, faz cisma e dissidência, não importando a separação dos Irmãos e que a loja venha a bater colunas. É o velho adágio popular muito conhecido dos inconformados: DIVIDIR PARA REINAR, para uso próprio.

07 - MAÇOM DE BANQUETE - É o velho conhecido dos Irmãos das festas. Festas de "comes e bebes". Geralmente está atrasado com as suas mensalidades, em muitos meses, que chega até a perder de vista. Comparece a qualquer loja que esteja realizando um banquete. Caso seja festa branca, leva toda a sua família e a dos amigos e vizinhos para provar que é maçom.

Às vezes devemos repensar o intuito de virmos aqui nas segundas-feiras, pensando o motivo pelo qual somos maçons.

TFA
Walterleno Maifrede Noronha
 


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