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domingo, 23 de março de 2014

O MAÇOM DE VERDADE!


Iniciação tem o sentido semântico de – ato pelo qual se inicia alguém nos mistérios de uma religião, ou de uma doutrina. E o latim initiatio tem este mesmo sentido, simplificando também o ato de abrir caminho.

É exatamente este o sentido que atribuímos à palavra iniciação, quando usada no sentido de que alguém é admitido na Maçonaria.

A Iniciação Maçônica nada mais é que a abertura de um novo caminho que o Maçom deve percorrer durante toda a vida, na busca de melhorar, de crescer espiritual e moralmente.

Daí por que podemos aceitar o significado de mudança. Isto porque o indivíduo que percorre as veredas que a Maçonaria deseja que ele percorra é, exatamente, para que ele saia à procura, à busca de mudanças para melhor.

O Maçom que não segue o que a Maçonaria lhe pede que faça está jogando fora, talvez, a única e verdadeira oportunidade de obter uma melhoria geral, em todos os sentidos.

Antes de tudo o Iniciado passa a pertencer a uma instituição que, no seu conjunto, é de tal grandeza, de tal magnitude, que não suporta qualquer definição.

Quando o Venerável Mestre pergunta ao Irmão Chanceler o que é a Maçonaria, recebe, em resposta, uma explicação. E recebe uma explicação porque Maçonaria não se define, vive-se! Para vivê-la alguma coisa é exigida.

Em primeiro lugar é necessário que se tenha Iniciado sem segundas intenções; faz-se mister que se tenha nela entrado com fé, com amor, com vontade de aprender, com a santa gana de melhorar, de crescer em espírito e sabedoria.

Um dos intuitos maiores da Ordem Maçônica é “tornar feliz a humanidade”. Nada existe de mais sublime que esse desejo. Entretanto, se quisermos participar da consecução desse querer maçônico devemos, antes de tudo, tornarmo-nos felizes a nós mesmos e àqueles que nos rodeiam. Em primeiro plano é preciso que sejamos a pedra de toque da felicidade de nossas esposas e de nossos filhos.

É necessário que o Maçom seja leal consigo mesmo e, para tanto, não esmorecer no duro e estafante trabalho de desbastar a Pedra Bruta. 

Ninguém conseguirá converter os outros senão pelo exemplo. Daí por que o amor há de se transmudar em hábito na vida do Maçom, há de conviver com ele nos eu dia-a-dia. E amor no sentido mais amplo do termo: aquele que tudo dá sem nada pedir de volta.

A Maçonaria do terceiro milênio não pode continuar com a mesma estrutura do século 18. é forçoso reconhecer que o mundo mudou; é forçoso reconhecer que aquilo que era bom ontem já não o é hoje.

E de ver-se que não estamos nos referindo ao conteúdo dos ensinamentos maçônicos. Estes são os mesmos porque são imutáveis. 

A Maçonaria tem que ser vista como de fato ela é: uma instituição cujo os membros estejam voltados para uma melhoria da sociedade. Se existem maçons indignos de carregarem esse nome, o seu número é diminuto e não chega, nem de longe, a ofuscar a beleza que nossa instituição pode espalhar ao seu redor.

A verdade que a Maçonaria está a exigir de todos nós que nos dediquemos aos estudos com mais ânimo, com mais coragem, com mais amor. Nada se poderá fazer senão estivermos conscientes de que só amor nos dará forças para vencermos as dificuldades que se nos antolham nos caminhos da vida.

Saibamos cumprir nossos deveres de Maçons, procurando ajudar sempre aos que estão encarregados do governo de nossas potências. Estamos firmemente convencidos de que só amor poderá fazer que sejamos maçons integrais, desvestidos de vaidade e de inveja.

Só amor nos levará a fazer de nossas vidas um ato de entrega aos nossos deveres de Maçons. Só o amor conseguirá fazer de nós homens livres e de bons costumes, isto é, autênticos maçons!

Finalmente ser Maçom, é ser escolhido, é ser predestinado, é pensar com clareza, falar com inteligência, viver com simplicidade. O Maçom deve tudo fazer para tornar-se tranqüilo, calmo, paciente. O Maçom não é vaidoso e jamais sente inveja de seu Irmão: ama a vida e não a coloca nunca em perigo; não anda à procura de aplausos; o Maçom não aponta defeitos dos outros e nem os critica, porque sabe que o ser humano jamais será perfeito.

Ser Maçom verdadeiro, é não ambicionar cargos, é respeitar a verdade acima de tudo, é ser discreto e respeitar sempre o “Sigilo” Maçônico, é respeitar e obedecer aos Landmarks.


Ser Maçom é conhecer-se a si mesmo, tal qual é, é amar a sublime instituição, é confiar sempre no G.'.A.'.D.'.U.'..

Ir.’. Reginaldo Teixeira do Amaral Mota M.’.M.’.
A.’.R.'.L.'.S.'. Ordem e Justiça nº 1083 - Or.’. de Assis/SP

Fonte: revista trolha

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