Muito antes de ser associada a símbolos misteriosos ou
figuras poderosas, a maçonaria nasceu de algo bem concreto: pedra, martelo e
suor. A própria palavra vem do francês maçom, que significa pedreiro.
O que acontecia nos canteiros de obras?
Na Idade Média (séculos XII a XV), mestres construtores
erguiam catedrais e palácios que pareciam impossíveis para a época, eles
dominavam conhecimentos raros de geometria e engenharia.
Para proteger esses segredos profissionais e garantir que
apenas quem era qualificado conseguisse trabalho, eles criaram as guildas.
Ali nasceram os sinais de reconhecimento e os juramentos de
sigilo, era uma necessidade prática: um mestre podia viajar por toda a Europa e
provar sua competência sem precisar de papéis, apenas com apertos de mão e
códigos específicos.
Com o fim das grandes construções de catedrais, as
"lojas" de pedreiros começaram a aceitar membros que não usavam o
martelo, mas a mente:
intelectuais, nobres e filósofos. Eles buscavam um lugar
livre para debater ideais de razão, ética e fraternidade.
Em 1717, a fundação da Grande Loja da Inglaterra marcou o
início da maçonaria moderna, de lá, ela ganhou o mundo: No Brasil, foi
peça-chave na nossa história, nomes como José Bonifácio e Dom Pedro I fizeram
parte da ordem e usaram esses ideais nos bastidores da nossa Independência.
Referências históricas
Encyclopaedia Britannica — Freemasonry
Margaret C. Jacob, The Origins of Freemasonry
Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE)
History.com — Freemasons
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