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domingo, 5 de janeiro de 2014

A QUARTA INSTRUÇÃO DO GRAU DE APRENDIZ DO R.´.E.´.A.´.A.´.


Introdução

Esta Peça não contém a transcrição da Quarta Instrução de Aprendiz. Só o Maçom que a conhece ou a têm por escrito, poderá entender o conteúdo deste estudo.

A Quarta Instrução do Grau de Aprendiz Franco Maçom do Rito Escocês Antigo e Aceito tem por base dois eixos fundamentais: a Iniciação Maçônica e as noções de conhecimento do Templo Maçônico. Suas abordagens nos remete em lembrança, assimilação e reflexão, à atentarmos para o Simbolismo particular da Ordem, concedendo-lhe pequenas fragmentações dos Mistérios e Alegorias de que estamos ladeados. Certo é que esta Peça não esgota todas as interpretações e alusões da Quarta Liturgia.

 

ASPECTOS IMPORTANTES DA QUARTA INSTRUÇÃO


1.         A Existência da Verdade

A instrução é inaugurada pelo Ven.´.M.´. e 1º Vig.´. declarando que entre eles há uma Verdade, e que esta é a existência de um Grande Arquiteto do Universo e de tudo que existiu, existe e existirá. E que esta crença baseia-se pelo fato de que somos dotados de um livre-arbítrio e discernimento. Doravante, declara-se que o livre-arbítrio dirigido por uma sã Moral, é capaz de distinguir o Bem do Mal.

Ora, há distinção entre Bem e Mal? Ou há distinção sob o ponto de que se observa se algo é Bem ou Mal? Por incrível ao ponto de parecer banal, o Homem necessita de muita análise e cautela para tentar “distinguir” estas duas aspecções. Muitas vezes em nossas vidas, fazemos o Mal achando que estamos a fazer o Bem.

Data vênia, neste ensejo, transcrevo um ensinamento Martinista que diz:
Existem duas crenças fundamentais relativas ao problema do mal considerado como o oposto do bem: a) A crença de que o mundo foi criado por um Ser absoluto em poder, sabedoria e bondade, e sempre permaneceu sob Sua divina direção; b) A crença de que o mal não é uma simples ilusão, mas um poder que existe independentemente de Deus.

Contudo, o bem, para cada homem, é o cumprimento de sua própria lei. O mal é o que se opõe à sua própria lei. O objetivo da existência do homem é o de que, por seu livre-arbítrio, ele aprenda a perpetuar a bondade e a verdade, com felicidade. Ele continuará a ser atacado e punido pelo mal aparente, até que aprenda a reconhecer que o mal provém de se próprio arbítrio[1].

Por alegoria, visualizemos a Balança sustentada por uma Espada. Os pratos da balança indistintamente representam o Bem e o Mal. A Espada que a sustenta é o Operador do Bem e do Mal, que a mantém em equilíbrio para que haja movimento através de seu Livre Arbítrio, sua Liberdade. Para que a Igualdade exista, é preciso haver e manter Fraternidade nas relações.

 Agora, visualizemos o Símbolo exposto no cabeçalho deste documento: temos um Oro Boro; a Balança, um Prumo, o Barrete Frígio; um Delta Sagrado e a imagem do “aperto de mãos”. Analisando, podemos interpretar que os pratos são o Bem e o Mal em equilíbrio graças ao Prumo identificando a Igualdade que proporciona a Fraternidade identificada pelo aperto de mãos. Há a Liberdade representada pelo Barrete Frígio sob o Delta que sustenta o equilíbrio das Forças. Contudo, somente há o equilíbrio porque há um movimento – cíclico - representado pelo Oro Boro.

E o mais importante é refletirmos acerca da Espada, ou melhor, do Delta Sagrado que sustenta as duas Forças, o Bem e o Mal, encimado por um Barrete Frígio e segurando um Prumo. Pela Liberdade e Igualdade, haverá Fraternidade, equilibrando-se as Forças do Bem e do Mal para que haja o eterno movimento vibratório que há tudo dá existência.

A Espada não é boa nem má, a Espada que consagra, também mata. Deus não é bom nem mal, o Deus que consagra também é aquele que mata.

a)        Ser Livre

O que é Liberdade? É extremamente salutar que, como Maçons, usando da mais preciosa ferramenta da Reflexão, encontremos o conceito de Liberdade, tarefa nada fácil.

Considero-me cristão porque creio que todo homem e toda mulher é uma Estrela e como tal, necessariamente, um dia alcançará o Estado Crístico, aquele mesmo que já foi alcançado por Buda , Krishna, Akhenaton, Zoroastro, Mahatma Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Yosef Ben Miria (Jesus, o Cristo), Pitágoras e tantos outros. É o Nirvana, estado Rosacruz, Mestre Maçom Ideal. É o estado de Yeoshua o Grande Iniciado.

Nesta eterna vibração tão existencial que vai desde a constituição da “matéria” até a manutenção permanente do Universo, o homem equilibra-se por entre Colunas, aliás, entre Forças, e assim aplica seu Livre Arbítrio para manter-se em movimento. É uma condição natural, do próprio inconsciente, como uma programação de software. Utilizamos nosso Livre Arbítrio sem darmos conta disto. E isto o que é? É a nossa Liberdade, aquela deste plano.

Nosso dever então é sermos bons, úteis, construtivos, Construtores.

O Princípio Bom é essencialmente Justo e Poderoso e os sofrimentos do homem são uma prova clara de seus erros, portanto, de sua liberdade; de ele ter se afastado do Bom Princípio com o qual teria incessantemente gozado de paz e felicidade. O mal não tem outra origem nem outra existência além da própria vontade do homem livre[2].

Logo, ser Livre é praticar o Bom, o Belo e o Justo, para que a Harmonia impere, a Fraternidade governe e o Amor reine. Ser Livre é estudar e dominar o Vício para que a Virtude resplandeça, desabroche sobre nossas cruzes e seja praticada permanentemente. Ser Livre é manter-se em Oração e Vigília, para que os preconceitos não ceguem, os medos não afugentem e o erro não domine. Por fim, citamos Raymundo D’Elia Junior[3], que nos traz a seguinte lição:

O valor do homem é determinado por ele mesmo, através de sua Liberdade de Pensamento, e da Pureza que sempre deve nortear seus Sentimentos. Que qualidades ele deveria possuir, para ser digno de ser declarado Obreiro da Arte Real?

Dominar a língua – sempre dizer menos do que pensar, sobretudo, não dizer coisas amargas. Pensar antes de fazer uma promessa, e depois não quebrá-la, nem dar importância ao que vai custar cumpri-la. Nunca deixar passar uma oportunidade para dizer algo agradável à pessoa, ou a respeito dela, e deixar que as pessoas sintam a ternura existente. Interessar-se pelos outros, por suas ocupações, por seu bem estar, por sua família, e fazer perceber-lhes a importância dada. Evitar começar uma frase com a pronome pessoal Eu, e não guardar carinho para as grandes ocasiões, pois o Amor se revela em todos os pequenos gestos.

2.         Os Três Estágios de Maturação

No diálogo/debate que ocorre em Ven.´. M.´., 1º e 2º VVíg.´., há três frases que se ssobressaem: (1) os ruídos, as dificuldades e os obstáculos da primeira viagem representam o caos que se acredita ter precedido e acompanhado a organização dos mundos; (2) o ruído de armas que ouvistes em vossa segunda viagem, representa a idade da ambição e os combates que a sociedade é obrigada a sustentar antes de chegar ao estado de equilíbrio; (3) na terceira viagem encontra-se felicidade, porque ela nos mostra o estado de paz e tranqüilidade resultante da ordem e da moderação das paixões do homem, que atinge a idade da maturidade e da reflexão.

Neste sentido, a Antiga e Mística Ordem Rosacruz – AMORC, por seu Capelão no Ritual de Templo, assim proclama:

Para o Ser, nunca houve começo, pois o nada não pode dar origem a alguma coisa. Tudo era trevas antes de surgir a Luz; a Luz, porém, não veio das trevas, pois as trevas são a ausência da Luz. A Luz é um atributo do Ser, uma vez que o Ser é sempre luminoso devido à irradiação de sua energia, causada por seus ininterruptos esforços para existir. A Luz não tinha calor e, assim, o Ser era insensível; a Luz não tinha reflexo e, assim, o Ser não tinha forma. Em seu eterno movimento, o Ser expandiu-se. Múltiplas tornaram-se suas formas e complexa a sua natureza. A crescente complexidade do Ser deu origem à densidade, e a densidade produziu o calor da Luz. Então, surgiram os seres viventes. Com a Vida, veio a sensibilidade do Ser, evoluindo para o esplendor da percepção do Eu! Na consciência humana foram refletidas as glórias do Universo. Em sua profundeza, o Ser tomou forma sensível e a Mente lhe conferiu Suas dimensões. Então, a Luz brilhou, pois refletia, pela primeira vez, a sua própria natureza! (Grifei)

a)                     Representam o caos que se acredita ter precedido e acompanhado a organização dos mundos / Tudo era Trevas antes de surgir a Luz


No Princípio, Deus criou o céu e a terra. Ora, a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, e um sopro de Deus agitava a superfície das águas.[4]

No Princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. 

No Princípio, ele estava cm Deus. Tudo foi feito por meio dele e a vida era a luz dos homens; e a luz brilhava nas trevas, mas as trevas não a apreenderam.[5]

É a Ordem sobressaindo-se sob o Caos. Diz Joaquim Gervásio de Figueiredo[6]:

Significa que, assim como “Deus geometriza”, fazendo nascer universos de nebulosas informes, assim a Arte Maçônica transforma o caos da matéria-prima em cosmo harmonioso, colocando a ordem onde reinava a confusão e ascendendo a luz onde imperavam as trevas.

O caos é análogo às Trevas. O caos é a desorganização, é o nada, a não estrutura. O caos é a ausência da Luz. A Luz é a clareza, o sistema, a ordem. Contudo, o mundo não surgiu das Trevas, pois esta é a ausência da Luz. O mundo não surgiu do nada, pois o nada não pode dar origem à alguma coisa. Contudo, se não houvesse Trevas, certamente a Luz não ressoaria e nada superveniente poderia brotar em seu coração.

b)                     Representa a idade da ambição; os combates que a sociedade é obrigada a sustentar antes de chegar ao estado de equilíbrio

Assim como as Trevas serviram de norte (Norte é relacionado à escuridão) para a construção de um advento grandioso, para se chegar ao estado de equilíbrio faz-se necessário o Bom Combate. O equilíbrio é encontrado no caminho do meio, e o Homem é recorrentemente tentado a pender mais para um lado do que para o outro, e isto é seu permanente Combate.

No Templo da Sabedoria, vemos duas Colunas a qual a Bíblia menciona estarem erigidas à entrada do Templo de Salomão, no Livro dos Reis. Essas Colunas já são conhecidas de tempos antigos, muito antes de Salomão, e seu simbolismo vai além do meramente arquitetônico.

O simbolismo das duas Colunas representam também a oposição que existe na natureza. Esses pilares, na aparência, são postos entre si; mas , duas condições produzem necessariamente uma terceira; esta última, seja ela qual for, cumpre uma função intermediária e, assim, a oposição dos dois pilares é harmonizada por essa nova condição e conduzida para a unidade. Essa é lei do equilíbrio ou do meio termo, é o princípio conciliador. O bem e o mal, a vida e a morte, o ser e a substância, o espírito e a matéria, constituem as oposições da vida representadas pelos dois pilares. Cabe ao buscador reconhecer esses opostos e encontrar entre eles o que explica suas oposições aparentes e também estabelece a harmonia entre elas[7].

Com efeito, as únicas lutas que o homem é constantemente forçado a travar e vencer, é o Bom Combate que ele trava contra suas paixões, suas manias desgraçadas, seus Vícios, suas inconstâncias no caminho da Luz e da Verdade. É, contudo, neste combate de contrários aparentes que ele poderá penetrar no Templo da Sabedoria e equilibrar suas forças. Assim, com o equilíbrio das forças em seu poder, o homem tornar-se-á no Grande Iniciado, Reparador Divino, Christus.

Assim, a idade da ambição é a vontade desregulada e desmedida do homem, em querer ter tudo sem ao menos Ser. A sociedade só trava guerras porque é o homem quem possui paixões e orgulhos. Equilibrando-se internamente, a Paz se fará no mundo manifesto. Trata-se do desabrochar da Rosa sobre a Cruz. Controlando os Vícios, as Virtudes serão.   

c)                     Por que encontrastes facilidade em vossa terceira viagem? Porque ela nos mostra o estado de paz e tranqüilidade resultante da ordem

Para haver equilíbrio por entre Colunas, entre contrários (que em verdade são aparentes), deve haver um terceiro princípio. Analogamente, é a terceira viagem que o homem realiza após ter vivenciado os dois princípios aparentemente oposicionistas entre si representados pelas Colunas. Oswald Wirth assim leciona:

A facilidade desta viagem é um efeito da perseverança do candidato, que soube opor a calma e a serenidade ao fogo das paixões (princípios das Colunas). Ele é tornado apto a julgar de maneira são; é isso que lhe permite penetrar até o foco central do conhecimento abstrato simbolizado pelo Palácio de Plutão (Coluna vermelha junto à qual o Aprendiz recebe seu salário). O Iniciado permanece em meio às chamas (paixões ambientes) sem ser queimado, mas ele se deixa penetrar pelo calor benfazejo que daí se destaca[8].

A terceira viagem é marcada pela Purificação pelo Fogo. Ele simboliza o estado de consciência atingido por quem recebe a Iluminação, a Sabedoria Divina. Por isso os Messias, profetas e Mestres sempre são descritos como seres que contemplaram o Fogo Divino ou foram por Ele consumidos. Desde a mais remota antiguidade, o fogo fez a parte integrante das cerimônias religiosas. Nos templos do antigo Egito, da Grécia e Roma, uma chama sagrada brilhava perpetuamente sob a proteção de jovens sacerdotisas, ora chamadas de Vestais – em decorrência de uma Ordem feminina dedicada à deusa Vesta em Roma; ora chamada de Columbas – Ordem feminina do antigo Egito e Grécia. Esta tradição é simbolicamente mantida atualmente pelas Columbas da Ordem Rosacruz AMORC e muito bem lembrada pela existência da Chama Votiva na Maçonaria e na Tradicional Ordem Martinista, no Altar do Venerável Mestre.

Conclusão

Para estar em condições de receber a Luz da Verdade, é necessário que o Homem desvencilhe-se de seus preconceitos, de seus vícios, de suas paixões. Neste sentido, ele deve caminhar por entre obstáculos corruptos e inóspitos, seguro em sua Perseverança e confiante no Altíssimo. Não há salário sem trabalho, e para cada mérito há um determinado esforço.

Bibliografia

1 –    AMORC, Ordem Rosacruz. Glossário de Termos e Conceitos da Tradição Rosacruz. 2012. 1ª Edição. Curitiba: Grande Loja da Jurisdição de Língua Portuguesa da Antiga e Mística Ordo Rosae Crucis;

2 –    WIRTH, Oswald. A Franco-Maçonaria Tornada Inteligível aos seus Adeptos – O Aprendiz. 1995. 1ª Edição. São Paulo: Pensamento;

3 –    TOM, Tradicional Ordem Martinista. Manuscritos do Martinista. 2013. Curitiba: Grande Heptada Martinista da Jurisdição de Língua Portuguesa da Tradicional Ordem Martinista;

4 –    Bíblia de Jerusalém. Gênesis, Cap 1, Vers. 1  e 2. 2012. 8ª Impressão. São Paulo: Paulus;

5 -     Bíblia de Jerusalém. Evangelho Segundo São João. Prólogo. Cap. 1, Vers. 1 ao 5. 2012. 8ª impressão. São Paulo: Paulus.

6 –    D’ELIA JUNIOR, Raymundo. Maçonaria – 100 Instruções de Aprendiz. 2013. 1ª Edição. São Paulo: Madras;

7 –    DA CAMINO, Rizzardo. Dicionário Maçônico. 2010. 3ª Edição. São Paulo: Ed. Madras;

8 –    MACKEY, Albert Gallatin. Os Princípios das Leis Maçônicas – Volume II. 2009. São Paulo: Universo dos Livros;

9 –    SAINT MARTIN, Louis Claude de. Dos Erros e da Verdade. 2011. Curitiba: Grande Loja da Jurisdição de Língua Portuguesa da Antiga e Mística Ordo Rosae Crucis.

10 – FIGUEIREDO, Joaquim Gervásio de. Dicionário de Maçonaria. 2011. 17ª Edição.  São Paulo: Pensamento-Cultrix.

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Ir.´. M.´. Inst.´. André Fossá
Aug.´. Resp.´. Loj.´. Simb.´. Cavaleiros do Oriente nº.18
Fraiburgo – Santa Catarina
Dedicado ao Querido Ven.´. M.´. Ir.´. Osmar Antônio do Valle Ransolin



[1] Tradicional Ordem Martinista – TOM.. Segunda Etapa. Manuscrito 6. Pg. 3.
[2] Louis Claude de Saint Martin. Dos Erros e da Verdade. Pg. 69.
[3] Raymundo Délia Junior. Maçonaria – 100 Instruções de Aprendiz. Pg. 178-179.
[4] Gênesis, Cap 1, Vers. 1  e 2. Bíblia de Jerusalém.
[5] Evangelho Segundo São João. Prólogo. Cap. 1, Vers. 1 ao 5. Bíblia de Jerusalém.
[6] Dicionário de Maçonaria. Pg. 312.
[7] Tradicional Ordem Martinista. Segunda Etapa. Manuscrito 4. Pagina 3.
[8] Oswald Wirth. A Franco-Maçonaria Tornada Inteligível aos seus Adeptos – O Aprendiz. Pg. 82.

2 comentários:

  1. Não encontrei correspondência entre o texto produzido e a quarta instrução, pois esta não faz menção ás viagens. Solicito esclarecimentos.

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  2. Desculpe-me, no comentário anterior, onde trato da 4ª Ins.'. de Apr.'. M.'., eu não fiz referência ao proprietário do Blog, nosso ir.'. Prof. Pedro Rocha. Parabéns pelo Blog meu irmão.

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