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sábado, 17 de maio de 2014

O SÍMBOLOS ALQUÍMICOS DA MORTE E O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO.

    
Os símbolos da morte estão presentes direta ou indiretamente em praticamente todos os graus do Rito Escocês Antigo e Aceito. 

     São vários os quadros, músicas, aromas e objetos que, ao longo do curso maçônico, relembram que toda existência, alegria e sofrimento tem um fim. 
   Os significados de um cada desses elementos simbólicos variam de acordo com os ensinamentos de cada grau, podendo o mesmo elemento ter significados diferentes em Graus diferentes.

Um dos importantes significados da morte no Rito Escocês Antigo e Aceito está relacionado ao processo de aperfeiçoamento e renovação estudado na Alquimia.

  Nessa visão, simbolicamente, a Filosofia Maçônica entende que a morte física, ou mesmo a "morte psicológica", são necessárias para o renascimento e o aprimoramento do Homem.

Ensinava a Alquimia que é necessário ao Homem que sua matéria se "dissolva" e que ele "desça" ao Inferno, à Mansão dos Mortos (no Cristianismo), ao Hades, Tártaro (nas mitologias grega e romana), aos Mundos Inferiores (em diversas tradições) para que ocorra sua purificação e renascimento.



    Um importante símbolo alquímico e maçônico relacionado à morte é a caveira, a qual representa o estado de morte física do Homem.

  Outro símbolo importante é o mercúrio, o qual era considerado pelos alquimistas como o solvente universal, com poder de tudo destruir ou dissolver.

As regiões subterrâneas (ou infernos), como símbolo da morte, estão associadas às antigas crenças (egípcia, grega e romana), as quais entendiam que, com a morte do corpo, o espírito do defunto habitaria em regiões abaixo da superfície terrestre.

   Por fim, a escuridão e a sombra são os símbolos associados à morte psicológica. Conforme afirmava a Alquimia, no momento extremo do sofrimento psicológico não é possível enxergar a Luz.

  No Rito Escocês Antigo e Aceito, personagens como: Hércules, no Grau 1 (Aprendiz Maçom); Osíris, no Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) e Jesus de Nazaré, no Grau 32 (Sublime Príncipe do Real Segredo), desceram ao Mundo dos Mortos para poderem cumprir as missões às quais estavam destinados.

Por Blog do Consistório


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