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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DILAPIDANDO COLUNAS


Pedras distantes umas das outras às vezes muitos longínquas nas profundezas da terra, isoladas, brutas, inutilizáveis e profanas. Ainda assim o tempo e as energias do fogo ardente das profundezas da terra bem como as atrações e retrações naturais do universo e o movimento constante da terra e suas placas fazem com que essas pedras se encontrem, e elas se tocam trocando energias acumuladas e desgastando-as, muitas se desprendem de suas partes desnecessárias para sua existência, outras ganham novos moldes, algumas são expostas naturalmente sobre a crosta dos terrenos outras são descobertas por mãos e assim passam a integrar um sistema diferente de existência, umas aço, outras mármore, algumas sedimentares e as preciosas; essas são trabalhadas, talhadas, moldadas, desbastadas, esquadradas, aprumadas, e nesse processo de lapidação as que não servem para integrar são devolvidas aos ambientes brutos de onde vieram ou reutilizadas para fins outros que as manterão talvez imutáveis novamente por milênios.

Assim somos nós homens, presos aos nossos dogmas e mediocridades distintas, selvagens, escravos, inimigos uns dos outros, corruptores, perversos. De diversas formas tentamos perpetuar esse sistema com diversas mascaras e diferentes nomes.

Por sorte alguns homens nascem livres, enquanto outros se tornam, e se permitem juntos serem lapidados e assim são iluminados ao sol e a lua, guiados pelas estrelas, encurtam distancias entre si e comungam como se fossem um, respeitando suas diferenças e buscando amplificar suas qualidades deixando de fora toda bagagem desnecessária para a suas vidas e trabalhos interiores, padronizam-se, tornam-se assim iguais.

Constroem internos templos e moradas, erguem colunas de sustentação para suas elevações espirituais e humanas, e assim muito bem arquitetados são inclusos pelas mãos universais na responsabilidade de manter o equilíbrio e o controle dos caminhos, afim de que aqueles que ainda andam em trevas não se percam e sejam devorados por elas.

 Assim sanam os desvios de conduta da sociedade e permitem que de tempos em tempos as mudanças sejam gradativamente aplicadas sem que ao menos sejam percebidas, ou com menor promoção de dor e, ou nostalgia.

Infelizmente alguns desses homens se permitem olhar para trás e revivem seus tempos tenebrosos, ou pior, experimentam o lado escuro da inclinação do homem à perversidade. Iludem-se na esperança de que barro se transforme em pedra ou enganam tal elemento a fim de alimentar seus egos próprios e obter vantagens.

Sem dúvida acabam permitindo que diamantes prontos e lapidados pela simples ação da energia do universo investido na terra, sejam encontrados e incorporados às suas lojas valorando ainda mais as suas joias, não apenas na quantidade ou valia, mas em qualidades e valores.

Barro será sempre barro e mesmo que moldado e comprimido afim de que se pareça um objeto de valor em sua essência será sempre barro jamais um diamante.

Precisamos iniciar uma intensa e constante busca por exibir em nossas vitrines augustas apenas diamantes e permitirmos que o barro seja levado durante as diversas redenções pela água ou pelas ferramentas de trabalho.


Enquanto isso novas colunas serão moldadas dando maior e melhor sustentação ao nossos espaços interiores e deixando mais belo o exterior de nossas casas, fazendo com que a família seja respeitada como deve ser e não permitindo que goteiras ou infiltrações imundas adentrem as casas nem se pervertam os valores universais os quais o olhar daquele que a tudo vê, defenderá a ferro e fogo.

Artigo de Engedi Oliveira

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