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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

DECÁLOGO DAS (IN)COMPETÊNCIAS



1. Não compete ao Maçom buscar honrarias; compete-lhe merecê-las e abrir mão delas, reconhecendo que mais vale ser lembrado do que agraciado. A lembrança é eterna, a honraria é temporária;

2. Não compete ao Maçom escolher cargos; compete-lhe exercê-los com zelo e responsabilidade, reconhecendo que no cargo torna-se naturalmente Mestre dos que dirige, sabendo que, um dia, será por eles dirigido;

3. Não compete ao Maçom habitar palácios; compete-lhe fazer de sua habitação um templo à Glória do GADU, reconhecendo que no Templo do Senhor do Mundo não há pompa, luxo, futilidade, arrogância, vaidade, orgulho. Perante o GADU temos todos a mesma estatura!;

4. Não compete ao Maçom criticar o Irmão; compete-lhe carinhosamente mostrar-lhe o caminho que o leva ao coração da Ordem, ou o caminho de retorno ao mundo profano, caso este lhe seja mais apropriado;

5. Não compete ao Maçom criticar a Loja que o abriga; compete-lhe lutar incansavelmente até convencer seus Irmãos ou ser convencido por eles;

6. Não compete ao Maçom construir e manter obras assistenciais; compete-lhe garantir o funcionamento da maquina do Estado, responsável pelo cumprimento dessa obrigação;

7. Não compete ao Maçom construir e manter hospitais; compete-lhe assegurar que todos tenham acesso à saúde;

8. Não compete ao Maçom construir e manter escolas; compete-lhe assegurar que as existentes formem adequadamente os homens de amanhã;

9. Não compete ao Maçom imobilizar-se e omitir-se frente à injustiça; compete-lhe mobilizar todas as forças de que dispõe para erradicá-la definitivamente;

10. Não compete ao Maçom ser conduzido; compete-lhe conduzir a humanidade. Isto tudo porque não compete ao Maçom fazer caridade; compete-lhe agir para que ela não seja mais necessária. A caridade humilha quem a recebe e corrompe quem a faz.

Autor desconhecido


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