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quinta-feira, 5 de junho de 2014

COLUNA DO SUL


“Ó quão bom e agradável é que os irmãos vivam em união...”

Em nossa caminhada terrena, muitos são os que caminham ao seu lado, mas, pouquíssimos são os que caminham do teu lado!

Não é na maldade intencional, mas na involução espiritual submissa às suas carências e cegueiras temporais.

É ignorando as mais objetivas mensagens do alto que o homem transforma um irmão e possível aliado em oponente ou futuro inimigo espiritual.

Despertar... Eis a grande missão.

E como fazê-lo?

Somos criaturas em busca da evolução...; num constante combate interno entre nossas trevas interiores e a fração do nosso eu divino;

- Um tentando perpetuar-se em sua zona de conforto, entre hábitos e instintos animais.

- Outro, que deve ser trabalhado, cultivado, motivado... Através de uma conduta primorosa à qual só se percebe a partir do momento que encontramos nosso eu interior; então o encontraremos aflito por retomar ao real e perene crescimento, aflito por retomar a construção do templo!

Mas como encontrá-lo? Que meios dispomos? Em que direção seguir? Com que apoio contamos? Quem poderá orientar-nos?... O silêncio.

São tantas as perguntas emergentes quando o homem parte em busca do“algo mais”...

Nesta busca, surge uma instituição desperta! Quem antes combatia sem tréguas, é hoje um tanto “conivente e tolerante” às fraquezas de seus membros, no meio social e até mesmo no ambiente de trabalho - na oficina - esta falta de vigilância tem causado constrangimentos à ordem a nível nacional.

Uma organização fundada por mentes elevadas; outrora focada na reestruturação da humanidade; no combate às injustiças; às imposições de ditadores; déspotas e potentados, quais ao longo da história vêm mostrando do que o homem é capaz, quando distraído... Quando este comete erros contra si e contra a humanidade, é quando entorpecido pelos valores materiais que se afasta do principal objetivo de sua existência.

Então com ênfase na virtude, a ordem recruta entre estes mesmos homens de liderança, os que ao longo de sua caminhada vêm trabalhando sua essência, e vencendo suas paixões;

Alertando-os de quando seguem seus impulsos em sua ótica turva, ignoram as tantas vezes que seus olhos, sentinelas fiéis de sua alma se enganaram.

“Orientados” por mentes claras e evoluídas, dedicadas em transmitir conhecimentos “tal como receberam”, estes homens de bons costumes retiram dos ensinamentos a essência que seu grau evolutivo lhe viabilize apropriar-se.

Os tempos mudam, as motivações também, e entre os critérios de seleção de hoje surgem outros valores, o que muda também o produto final.

As mencionadas motivações priorizam a concentração de energias mentais em torno dos respectivos interesses ou valores. Esta é a força da loja.

Mas o homem segue só em sua busca e percebe, finalmente, “que atrás da cinza mais densa existe uma brasa acesa”! “Jaime Caetano Braum”
Quem tiver olhos para ver e mente para conceber...

É tão comum a frustração na ritualística e nas mensagens contidas no ritual... Parte dos obreiros pode até decorá-las; mas sem reflexão? Ora. Que força pode gerar?

“Um cargueiro de livros não faz de um burro um sábio”. É preciso ir mais além, muito mais... Nas incursões encontrar o essencial, e fazer desta caminhada terrena um palco de realizações! “Onde os moradores sejam mais veneráveis que suas moradias”.

Percebendo que as vestes vultosas que o exaltam, não escondem o que é reprovável.

Nossa conduta ritualística tem entre os objetivos vibrar em harmonia, congregando, e como uma orquestra dotada dos mais numerosos e variados instrumentos, vibrar uníssonos por estarem harmoniosamente presentes.

O resultado ao sair de uma sessão maçônica, será então tal qual a saída de um recital de muito bom gosto! (salvo em ocasiões preocupantes, como de conflitos pela pátria...).

Para tanto temos princípios que asseguram esta harmonia, quais frequentemente são desconsiderados e reúnem no mesmo seio irmãos desarmonizados no mundo profano e até mesmo entre si. Inadmissível a bem de todos.
Rogo ao Deus Único, ó Grande Arquiteto do Universo;

Que nossas ações não destoem do bem;

Que nossos conhecimentos, embasadas no amor fraternal, sirvam para a edificação geral da humanidade;

Que os homens progressivamente sintam-se como verdadeiros irmãos;

Que descubram a grandeza da verdadeira caridade, quando damos de nós próprios, de nosso próprio coração;

Que possamos dedicar nossas ações diárias a Deus, sem constrangimentos;

A ti ó Grande arquiteto; e somente a ti, rogamos, Protegei-nos dos tropeços da vida, assim como a todos os maçons e familiares do orbe terrestre.

Que no esclarecimento encontremos a Paz e persistência em tua obra
Que assim seja.

Otavio A. Ferreira da Costa
Guardiões da virtude 47

Or.’.de Passo Fundo

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