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sexta-feira, 10 de julho de 2015

A ÚLTIMA INSTRUÇÃO


Como está preparado para a última instrução, como não se deixar levar pelo caminho da emoção e se conter nos limites com completo controle, evitando o embargar da voz, o insistente teimar esquecer-se das palavras, mantendo o foco sem dar lugar a sua dor ou se deixar emocionar-se na dor visível daqueles ao teu redor.

A última instrução não tem data marcada ou aviso de sua chegada. É filha do improviso e irmã de uma tristeza teimosa e angustiante diante daquilo tão anunciado e nunca aceita de fato... "A Morte".

Ali e de forma mais que valente, nos inspiramos na gente ao nosso redor, buscando forças e respirando fundo um ar que insiste em nos deixar ligeiro.

Cada cabeça baixa e olhar vagueante exigem de nós um maior meditar em busca das palavras e frases de continuidade pela ritualística e simbólica instrução.

O Mestre nos lembra nossa pequenez e condição ante o momento que nos iguala a todos mais cedo ou mais tarde, e na maioria das vezes sem o aviso da partida em tempo da despedida ou o se preparar para o momento.

Em cada olhar abatido um breve meditar pelo futuro.

Em cada triste olhar uma realidade em pensamento.

Quem foi é um pedaço da gente, da nossa história e viver, fez parte do nosso presente, no aprender descobrir e saber.

Na sua ultima instrução antes de esmorecer, foi reto e objetivo, direto em dizer e fazer sem sofismas ou erros.

Se nos concentrarmos vamos ouvi-lo sussurrando:

"SINTA O QUE VOCÊ DIZ... COM CARINHO!
DIZ O QUE VOCÊ PENSA... COM ESPERANÇA!
PENSE NO QUE VOCÊ FAZ... COM FÉ!
FAÇA O QUE DEVE FAZER... COM CONSCIÊNCIA!"

Que "DEUS" nos conforte e guarde, hoje entristecidos e não nos deixe esquecer de tê-lo em nossas lembranças e ainda mais do que nunca, nas nossas orações diárias.

Amplia-se o seu universo e de certa forma diminui o nosso.

As aves não são raras nos céus, mas as verdadeiras águias farão sempre a diferença.
Fraternalmente,
Alexandre Santos:.
(O Cigano Leonel)

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