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segunda-feira, 6 de julho de 2015

O COBRIDOR


Queridos Irmãos,
Antigos operários reuniam-se em guildas ou agremiações operativas de artífices de ofício, e em tempos remotos os chamados cobridores eram aqueles que telhavam as obras, cobriam-nas com telhas.
Verdadeiros Especialistas cuidavam dos ângulos, não deixavam fendas ou brechas e nenhum detalhe por pequeno que fosse, pudesse comprometer todo o trabalho da obra e seus obreiros, nada passa inerte aos atentos olhos dos cobridores; não haveria de ter sequer uma "goteira" que pudesse adentrar ou infiltrar-se nas grandes colunas das construções.
Já no oficio simbólico da nossa maçonaria, os Cobridores passaram a ser os Guardiões Externo e Interno das reuniões. Note uma informação importante, o termo “Telhar” vem como outros do oficio operativo.
"COBRIR."
E é por isso que os Guardas têm a prerrogativa de Telhar um Irmão ou intruso.
Antes de detalhar a exata função do Guarda do Templo, sutilmente devemos ressuscitar e cavar fundo a historia dos remotos tempos em que, os maçons também se reuniam em vales e colinas no deserto e não temos provas arqueológicas de tudo o que se passavam fielmente nos Rituais, porque muito foi destruído e muito do que sobrou foi passado de confiáveis mãos a outras e de ouvidos a ouvidos e que procuramos seguir fielmente esses princípios até os dias de hoje.
Muito se perdeu ora pela imposição da ignorância do mundo profano ou por questões políticas ligadas a sectarismos religiosos, dentre, alguns com escusos e claros interesses em escravizar a humanidade mantendo-os distantes, de maneira a não atingir os véus que impedem a luz.
De formas esquadradas, à Justa e Perfeita medidas, a astucia de nossos antepassados Irmãos que utilizaram das 7 virtudes e 4 cardinais, a prudência, justiça, temperança e fortaleza, que alinhadas a muita fé que alimenta a esperança e a caridade, podemos desfrutar dessa academia de formação humana, velada pela moral e ornada pela simbologia.
Quão importante não foram esses mantenedores da verdade, o esforço com a Saúde, Força e União e essa ultima, pregada pelo L.’.da L.’. como o refrigério de Aarão com a unção do óleo sagrado da sapiência espiritual sobre sua cabeça.
Esses pioneiros desbravadores e verdadeiros Irmãos foram os heróis anônimos perseguidos; alguns pagaram com o sacrifício da própria vida para desfrutarmos hoje do que, facilmente estar ao nosso alcance, através das instruções ou da literatura.
Daí a seriedade de nossa Instituição, daí a necessidade da assiduidade em Loja posto que, emanamos energias e nos fortalecemos nelas; quando você deixa de estar presente você não esta somente “não colaborando com a obra”, mas consciente ou não se locupletando do trabalho incansável dos teus Irmãos.
Também “não é por outro motivo” que temos o nosso legado e se tivermos que fazer algo verdadeiramente notável para a Ordem, ai estar:
"O GUARDA DO TEMPLO"
(...) Hoje não é diferente, são guardiões dos nossos pensamentos, das posturas e atitudes profanas de intromissões externas e de qualquer natureza como energias que possam conspirar em desfavor dos nossos trabalhos.
Acredite ou não, negligenciar a constante postura de atenção e ter uma visão aguçada de antever o que os outros Irmãos não vêem ou não sentem é negligenciar consigo mesmo, ou pior, com outro Ir.’. que a tudo pode estar assistindo e em silencio sofrendo.
Entretanto, não haverá esse Irmão de absorver nenhuma força negativa ou indesejável, porque além de não estar só, estar revestido, mas impedidos nos vemos e evitar o grande incomodo e inevitável desconforto em prol dos demais, graças ao inefável valor de sua sabedoria.
Não é a toa que a Joia do guarda do templo são duas espadas cruzadas, o Guardião Utiliza de uma Espada desembainhada, porque esse é o símbolo dos Anjos de Luz que repelem com Espadas espíritos indesejáveis.
Sim, a espada FIRME de um Guardião do Templo assusta e repele esse mal que deve ficar fora dos trabalhos em loja.
“Desconheço um profeta que venceu suas batalhas, que não estivesse armado”.
Ir:.João Luiz Coyado Reverte.

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