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quarta-feira, 11 de abril de 2012

O LIVRO DA LEI



A palavra bíblia (do grego, bíblia, coleção  de escritos, plural de biblion), significa pequeno livro. Com o antigo e novo  testamento é o livro sagrado do cristianismo e apenas o antigo  testamento é  o livro sagrado dos Judeus. Na grande maioria das Lojas Maçônicas, entre os  povo cristão constitui o volume do  conhecimento Sagrado.

O Landmark número 21, dispõe que, durante os trabalhos  de uma oficina, fique sobre o altar dos juramentos, aberto, o Livro da Lei, no qual se supõe contenha toda a verdade revelada  pelo Grande Arquiteto do Universo.

Os Landmarks são as leis escritas mais antigas que se  conhece da Maçonaria e foram  reunidas por Albert G. Mackey em 1723. Num trabalho de pesquisa feito por Carlos Gaya Salinas, um ilustre Maçom do Chile, nos dá conta de inúmeros Manus Scriptum-MS dos Maçons de Londres, desde 1583 até 1727, nos quais é mencionado o uso da Bíblia nos Templos Maçônicos.

O Livro  da Lei para o Judeu é o Torah, em seu texto original, que é a reunião dos primeiros cinco livros do Antigo Testamento. O Judeu faz seu juramento de pé com a cabeça coberta.

O Alcorão Sagrado é o livro do Mulçumano, o qual contém 114 capítulos e durante a cerimônia ele terá de estar coberto com o véu.

Já o Parsí, o seu livro é o Vend-Avesta. E para o  Indú, o Bhavagad-Gita. E assim por diante.

Ele representa o Código Moral, que cada um de nós respeita e segue, é a filosofia que cada um adota, enfim a fé que nos governa.

O Esquadro e  o Compasso que se acham sobre o  livro da lei  representa a medida justa que deve encontrar em todos os atos e ações, as quais não podem afastar da justiça e da retidão, que regem todos os atos de um verdadeiro Maçom. 

A sobrepujância do Esquadro sobre  o Compasso significa que o aprendiz está ainda desbastando o seu  Eu exterior, não podendo usar o segundo. O Esquadro do ponto de vista moral nos induz a tornarmos um homem íntegro, em que nossas atividades humanitárias, e a poder medir os nossos atos, dentro dos princípios  básicos da moral e da razão.

Na segunda etapa da vida Maçônica, o mestre pode manejar, com apenas uma ponta do Compasso,  sobre o Esquadro, porque lhe foram confiadas a chave da ciência geométrica e as condições  necessárias ao trabalho do espírito; que simbolicamente lhe permite  estabelecer um Código  de Moral. Daí o seu juramento numa das pontas do Compasso, já livre para medir os atos humanos. 


Agora já se encontra na etapa final e o Compasso, superposto  ao Esquadro no Livro da Lei, torna o Mestre um ser pensante e, exatamente nesta fase, o seu estado de consciência o adverte que os atos, palavras e pensamentos são observados e registrados  pelo  Todo Poderoso, a quem devemos dar contas de nosso proceder nesta vida. O Compasso significa que a justiça será infalível e os atos e ação será medida  dentro do princípio da Lei.

O Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso se encontram no Altar dos Juramentos. 

Não restam dúvidas que é a parte sagrada de uma Loja;  ali o neófito deixará, quando  de seu juramento, todos os seus vícios e paixões. Existe sempre uma razão da ritualidade exigida para  o Juramento, a postura do Maçom, a posição de joelhos, a sua mão direita sobre  o Livro da Lei etc., etc.

O Ritual foi introduzido para modificar a qualidade da alma do postulante, para elevar sua consciência a um nível super-humano e para transformá-lo num ente eterno. 

Muitos passarão por aquele portal, poucos encontrarão o segredo da iniciação, mas sempre será uma experiência para cada um no  caminho  da senda.

Esta peça de arquitetura foi elaborada pelo Ir.'.José Ebran  -   Loja Flor de Lis nº 90  São Paulo.


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