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sábado, 18 de abril de 2015

A ANTI-MAÇONARIA E OS PROFANOS DE AVENTAL


As obras dos Léo Taxil, Paul Rosen, Marques-Rivière e de tutti quanti esforçaram-se para caluniar a Ordem Maçônica e conseguiram fixar no espírito do público uma espécie de clichê que está muito longe da verdade.

Para os autores católicos, a Maçonaria continua a ser a “Sinagoga de Satã” e devemos ser gratos por não acusarem ainda os Maçons de praticarem a evocação ao anjo decaído! 

Para outros, a Maçonaria é uma “máfia” que alimenta perigosos projetos políticos e não recua diante do assassinato, se isso for do interesse de seus desígnios.

Para outros, ainda, a Maçonaria não passa de uma cooperativa, uma “sociedade de socorros mútuos”. 

Os anti-semitas afirmam que ela é um instrumento nas mãos de Israel, enquanto Max Doumic sustenta que ela é o órgão do imperialismo anglo-saxão. Essas opiniões diversas e contraditórias são todas igualmente falsas.

A Franco-Maçonaria é uma associação que guarda bem viva, certas formas tradicionais dos ensinamentos secretos iniciáticos.

O que nela domina é o princípio da Tolerância: tolerância em relação às doutrinas religiosas e políticas, pois ela está acima e fora das rivalidades que as dividem.

A Maçonaria abre o caminho à Iniciação – isto é, ao Conhecimento – e seus símbolos dão ao Maçom a possibilidade de acesso a ela. 

Na verdade, pode ocorrer que certos homens, depois de terem sido iniciados, continuem profanos, mas tais exceções não devem fazer perder de vista o caráter transcendente da Maçonaria (...)

Algumas pessoas jamais conseguirão “desbastar a Pedra Bruta”, não por falta de capacidade, mas justamente porque não sentem necessidade disso.

Estes, embora iniciados ritualmente, não chegaram a receber verdadeiramente a luz.

É sobre esses “Maçons”, que não são maçons, que o público forma seu julgamento e, por isso, a Franco-Maçonaria, cuja verdadeira grandeza é desconhecida, é caluniada.

(Excertos do livro A Simbólica Maçônica do Irm.’. Jules Boucher)

“Observamos como dói, que haja Maçons que ostentam com orgulho, o Emblema Maçônico e, no entanto, por fraqueza inata no homem ou por circunstâncias outras, abrigam o vício e a corrupção e conservam os mesmos hábitos profanos que, sobre não condizerem com sua qualidade de Maçons, também mancham a boa reputação de nossa Instituição”


(Excerto da publicação do Irm.’. Gempsaw na revista maçônica americana The Cabletow)

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