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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FELIZ DIA DO MAÇOM


Diante da marcha das civilizações, onde se pode de forma notória evidenciar a influência maçônica nesses últimos séculos, retirando, assim, a humanidade dos baixos da barbaridade e elevando-os aos pináculos da vida justa moderna e perfeita. 
Tudo isso, é senão a soma das lutas e esforços do homem justo, buscando atingir ideais cada vez mais elevados.
O Ideal, maçônico, é, pois, a poderosa alavanca que aciona e impulsiona o progresso individual moral, espiritual e coletivo. 
Sua força transformadora está no amor e no espírito eterno que se manifesta com o pensamento e ação, reluzindo a luz do Grande Arquiteto do Universo.
 No cristianismo mostra-nos um a história que o Apóstolo Paulo, empenhado em conquistar a própria elevação espiritual, exclamando com íntimo entusiasmo, diante do modelo divino. "Não sou eu que vive, mas Cristo vive em mim." Gl: 2:20.
Deparamos-nos, com o manifesto e o idealismo mais puro avassalando toda a personalidade do apóstolo, ao ponto de pretender ele apagar a figura do homem profano, para que surja, em seu lugar, a síntese de um homem justo e perfeito a que tanto aspira.
Entendamos que todas as coisas que almejamos profundamente alcançar, integram-se na nossa casa mental, corporificando-se ou permanecendo como aspiração, até que sejam superadas por novos interesses ou ideias.
Entretanto, não podemos nos deter nos ideais menores, do campo das aspirações de ordem material e mundana, que se constituem nas ambições mais generalizadas entre os homens profanos.
Porém, falemos dos ideais maiores que devem servir do norte ao sul, até chegar ao oriente, no caminho do homem justo, na terra, visando ao seu constante aperfeiçoamento moral, espiritual. "Conhece-te a ti mesmo."
Diante da análise, faço um apelo, à auto iluminação, a fim de intuir o homem justo, a buscar o conhecimento de sua origem, e a sua natureza, o seu destino, chamando-os assim, a atenção para as coisas mais importantes que lhes dizem respeito. 
Os altos ensinamentos, de cunho filosófico e espiritual, cultivados por alguns até hoje, tem origem Divina e chegaram aos homens justos, através de revelações.
 É lamentável, o grande número de homens justos, desvirtuosos, que se deixaram consumir pelos prazeres baixos, satisfazendo aos desejos de ordem inferior. Aplicam seus talentos, na obtenção de bens materiais. Entretanto, são tidos como vencedores porque se tornam milionários, ou pelo simples fato que empalmam o poder, embora temporário. Do meio dia a meia noite, utilizam o tempo precioso em acumular responsabilidades, e aflições futuras, decorrentes de suas imprudências, não tendo tempo para as aquisições dos bens Eternos. 
Ao longo da existência, se comprazem em fantasias criadas e recriadas continuamente, vivendo numa condição ilusória, bloqueado a passagem da luz. Mas, quando se depararem em algum momento,com a realidade, desiludidos e arrependidos por terem abandonado os ideias Elevados, é que clamam ao Grande Arquiteto do Universo, pedindo regresso a casa, de onde estará sempre a espera, de forma acolhedora, recebendo de volta os obreiros desvirtuados, assim permanecendo a disposição de todos afins de que lhe sejam instruídos novamente, sob o amparo de todos os irmãos. Não é sensato, optarmos por aquilo que é transitório, das coisas de César pela verdadeira riqueza do Espírito eterno.

José Bandeira.'.
T.'.F.'.A.'.


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