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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MAÇONARIA CONTEMPLATIVA


Os Irmãos certamente já ouviram falar em Maçonaria Operativa, Maçonaria Especulativa. E a Maçonaria Contemplativa? Há algo de profundamente pedagógico na exibição mediática da atual maçonaria contemplativa em que nos encontramos. 


A vida da maçonaria está a ser dada à contemplação. Nesta atenção inevitável, não que sejamos néscios, mas que as conseqüências nos atribuem a interesses puramente maçônicos – quando a maçonaria, mesmo que o quiséssemos nada poderíamos fazer para impedir a voragem predadora que é o modo próprio dos nossos próprio meio maçônico – será que não deveremos ter a oportunidade de nos confrontarmos com a vida maçônica presente com a do passado visando o futuro? Sim, tal como no mais íntimo de nós ambicionamos um futuro melhor que nos espera. 

Com a seqüência da Maçonaria Operativa para a Maçonaria Especulativa acreditamos que perdemos um pouco da nossa história. Conseqüência estas das alterações nos modelos puramente contemplativo – a família maçônica do passado e pós-passado trabalhou em prol da maçonaria e da própria humanidade, onde acrescentava o nosso próprio vigor maçônico, as história que ouvimos hoje, que nos é transmitido, não está substituindo a história do passado.


Mesmo diante das atuais circunstâncias, como Maçom, prezo a nossa Instituição por ainda apresentar sua total Universalidade, vencendo até mesmo das religiões paralelas, seu estandarte: Fraternidade-Igualdade-Liberdade, aboli sistematicamente: o individualismo, competitividade, calculismo, e as indiferenças sociais. Nós membros, somos uma Família que usa o discretismo, em nossos assuntos e caminhamos para a GRANDE FAMÍLIA UNIVERSAL.


Hoje damos a idéia de na verdade, vivemos uma Maçonaria Contemplativa, vivendo apenas do passado. A maçonaria não pode viver apenas do passado, tem que evoluir dar um salto para o futuro como em outras nações. Tem que evoluir até mesmo em suas propostas de admissão, elas deveriam estar a disposição das demais potências regulares, àqueles que se julgarem em condições de pertencer à nossa sublime instituição, processo hoje, não presente, um processo puramente individual e interno. 


Não tenhamos dúvidas de que nossas reuniões são muito importantes, mas que devemos trabalhar mais e muito – de várias maneiras – que ela não seja privilégio apenas para a minoria, como diz o ditado: “uns tocam o piano, enquanto alguns carregam” sabemos que em toda a extensão da nossa Instituição há bastantes projetos. 



Muitas outras “irmandades” estão com a situação nas mãos – as tais cegas (sem luz…)… estão os nossos ideais maçônicos prosperando? Onde as nossas próprias simbologias não estão sendo interpretadas. Como a naturalidade cultural, pouco estudamos. Sabemos que o analfabetismo na maçonaria é grande, mas que não sabemos se é a minoria ou não. Sem abdicar de sermos europeus ou não, se quisermos verdadeiramente – verdadeiro e não só retórico – deveremos mudar para uma nova abertura as novas metodologias de aproximação à sociedade em geral. Se conseguirmos, sermos realmente uma UNIDADE, a Maçonaria estará a projetar-se para o futuro e não só – como por vezes parece – a viver das memórias do passado. 

Não tenhamos dúvidas que é bom trazer á memória aquilo que nos trás esperança, tempos gloriosos de um passado, lutas, conquistas, grandes vultos que marcaram seus nomes com estiletes afiados na sólida rocha da história; servem para nos impulsionar á frente, rumo ao amanhã mais glorioso, á novas lutas, tendo os exemplos do passado como combustível que alimentar a esperança no exercício do bem fazer. Porém, trazer á memória o que nos trás esperança é apenas um meio para uma finalidade maior, a finalidade de continuar sendo cada vez mais, infinitamente mais presentes no instante atual em que vivemos. 



Gostaria muito, muito mesmo de sermos verdadeiros Maçons, não só para beber das fontes límpidas e majestosas dos grandes vultos do passado, mas para continuamos a sermos instrumento bem afinado, nas mãos de uma Maçonaria contemporânea, um instrumento á melodiar harmoniosamente, por uma sociedade mais humana. 

Será que sabemos realmente o que vem a ser um iniciado? Haveríamos algum dia locupletarmos nosso ego tamanha inspiração? Honestamente, salvo melhor juízo, há um pretensioso desmedido arremesso a níveis próprios e reservados a quem de direito a tantos encantos de bem aventurança. Tantos grandes lideres iniciados, tínhamos na nossa Instituição que se destacava, até mesmo os grandes políticos, hoje vivemos na escassez. 

Os iniciados em nossos augustos mistérios, não sei o que dizer a respeito, entretanto, apesar de um compromisso juramentado, recuso-me aceitar algumas premissas inserida na nossa atual maçonaria. 



Devemos dar as mãos, sermos essencialmente humildes, unidos, usarmos verdadeiramente nossa trilogia de LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE. Quem sabe seria o primeiro passo a uma real iniciação, a iniciação de um trabalho para descobrir, em primeiro lugar o que vem a ser JUSTO E PERFEITO; LIVRES E DE BONS COSTUMES, ... o que não é pouco. Finalizo, desejando as maiores felicidades e as melhores concretizações para as nossas futuras boas intenções. 

 Autor: José Valdecir de Sousa Martins 
Membro da ARLS Acácia Pantaneira, 59 - GLEMS
Or.'. de Campo Grande-MS
Sessões as 2ª feiras - REAA

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