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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O TEMPLO MAÇÔNICO



                            No Templo estão representados os quatro pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste).

                            O Leste corresponde toda a área do Oriente. O Norte, localizado a esquerdo de quem entra no Templo; do lado oposto, separado pela linha imaginária do Equador, encontra-se o Sul.              
         
                            O Ocidente é a localização da Loja oposta ao Oriente (Oeste). Situa-se na entrada do Templo e, cuja entrada, se erguem as duas Colunas solsticiais, à imitação dos Templos do antigo Egito.

                           Os Templos Maçônicos têm a forma de um quadrilongo, cujo comprimento é, simbolicamente, do Oriente ao Ocidente, indo em direção da Luz e da Sabedoria que se encontra no Oriente.

                           O Oriente representa, simbolicamente, o aspecto do mundo de onde nos vem, nasce e emana Luz: onde, na realidade, aparece e brilha o Sol, pelo seu próprio resplendor, esclarecendo e fazendo desaparecer as sombras da noite.

                           O Ocidente é o lado ou aspecto do mundo onde o Sol se põe, onde a Luz que o ilumina declina, se oculta e se torna invisível, embora faça entrever sua presença, no último clarão do ocaso, antes de deixar o mundo submergido nas sombras escuras da noite: é, portanto, uma imagem muito expressiva do mundo sensível, da realidade visível que constitui o aspecto material, fenomênico ou objetivo do Universo, no qual a Verdadeira Luz que o ilumina, a Essência ou Realidade invisível que o sustêm se tenha ocultado aparentemente.

                           Partindo do Ocidente, ou do conhecimento objetivo da realidade exterior, o homem se encaminha pela fria escuridão do setentrião, em busca daquela realidade que constitui a essência mais permanente e profunda do Universo, e que não pode encontrar-se a não ser caminhando para o Oriente, desde os efeitos e as causas, desde os fenômenos às essências, leis e princípios que os regem.

                           Em função da importância esotérica do Oriente, só é permitido o acesso nele de Mestres Maçons, por uma clara razão iniciática: ali, simbolicamente, é o fim da escalada evolutiva, quando o Obreiro atinge a sua plenitude no caminho da Luz, que vem do Oriente, do Leste, do nascente. Como iniciado, ele penetra pelo Ocidente, Oeste, poente, onde reinam as trevas; como Aprendiz, ele fica ao Norte (ou ao Sul em alguns Ritos), onde já há mais luz do no Ocidente. Como Companheiro, ele fica ao Sul, mais próximo do equador e mais luminoso, portanto, como Mestre ele chega à plenitude da Luz.  

                           “Os símbolos da Maçonaria encerram verdades profundas, segredos maravilhosos, ensinamentos que só devem ser conhecidos pela Iniciação sistemática e progressiva, única e verdadeira escola perfeita de sabedoria. Destruí-los, seria, perder, irremediavelmente, as chaves do Templo do Grande Arquiteto do Universo”.
                              


Colaboração: Ir Paulo Edgar Melo   -ARLS Cedros do Líbano n° 1688   

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