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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

MORAL MAÇÔNICA



INTRODUÇÃO - A Maçonaria exige de seus membros, entre outras condições, boa reputação moral. Exige tolerância para com toda forma de manifestação de consciência, de religião ou de filosofia, cujos objetivos sejam os de conquistar à verdade, a moral, a paz e o bem estar social.

Os ensinamentos maçônicos orientam seus membros a se dedicar à felicidade de seus semelhantes, não somente porque a razão e a moral lhes impõem tal obrigação, mas também porque esse sentimento de solidariedade os faz irmãos.

Que entendemos por moral? Que procede conforme a honestidade e à justiça, que tem bons costumes: diz-se de tudo que é decente, educativo e instrutivo. Parte da Filosofia que trata dos atos humanos, dos bons costumes, e dos deveres do homem em sociedade e perante os da sua classe. Conjunto de preceitos ou regras para dirigir os atos humanos segundo a justiça e a equidade natural. Modo de proceder. (Fonte: Dicionário Brasileiro da Enciclopédia Mirador).

ANÁLISE HISTÓRICA DA MORAL - A moral aparece junto com a sociedade humana. A moral da sociedade primitiva não censurava o canibalismo, o incesto, a matança de anciãos, etc. devido ao seu nível extremamente baixo de desenvolvimento cultural. A tribo era coletivista e para sobreviver cultuava nos seus membros o heroísmo, a honra, a audácia, a defesa, a ajuda mútua, a força física, etc. “Virtus”, expressão latina que designava a força física e o valor e começou a ser utilizado no sentido da virtude.

Na sociedade escravista as relações humanas incluem somente os homens livres ficando os escravos fora da moral. A moral exigida dos homens livres era fidelidade ao estado escravista, as suas leis, vigiar e desprezar os escravos, valor nas guerras, etc. A crueldade e, inclusive, matar um escravo não acarretava nenhum sentimento de piedade ou remorso; era normal. Mas quando a sociedade cresceu o estado escravista não respondeu às suas maiores necessidades econômicas.

O regime feudal considerava o membro da gleba, um homem, mas um homem inferior que estava incluído dentro da transação de compra e venda de uma propriedade, mas o senhor já não tinha mais o direito de vida ou morte sobre ele. A Igreja Católica apóia tanto o sistema escravista como o sistema feudal. Ela pertence, social e economicamente, à classe dominante. A moral do senhor feudal proibia-lhe dedicar-se ao comércio e aos ofícios, mas era lícito o direito de pernada, ou jogar ao baralho a sorte dos servos da sua propriedade. A virtude dos servos era o trabalho e a obediência.

A Revolução Francesa libera o homem da opressão do feudalismo. Cria a liberdade de ação e pensamento, nascem os ideais humanistas, mas são afetados pelas péssimas condições econômicas. É gerada uma moral individualista. Robespierre chama o patriotismo como uma “virtude suprema”, mas acaba-se convertendo em ódio social e estandarte de guerra de dominação.

Pelo anterior, pode-se ver que não existe uma moral eterna e imutável. A moral é histórica, conjuntural e determinada pela classe dominante.

A MORAL MAÇÔNICA - A moral maçônica constitui o objeto da sua filosofia racionalista. 

Esta moral está contida nos símbolos e rituais que, como todos nos sabemos, tem-se mantido sem variação no decorrer dos séculos. A moral maçônica, ao invés da profana, é imutável.

Numerosos irmãos nossos através dos séculos tem rendido a vida lutando contra as falsas definições de moral imposta em benefício de dogmas, privilégios e sistemas exclusivistas.

Sendo a Maçonaria uma instituição universal, essencialmente ética, filosófica e iniciática, educam seus membros para serem homens de bem, com sólidos princípios morais e que lutem para seu aperfeiçoamento em benefício individual e social. O maçom deve ser útil ao progresso moral.

Manter uma moral maçônica precisa o domínio das paixões, reconhecer e corrigir nossos defeitos, cultual a inteligência e praticar os valores maçônicos.

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